terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Profanação no pulpito da Assembléia de Deus Ministério de Madureira
Queridos irmãos e demais interessados na historicidade das Assembléia de Deus no Brasil, e que tem de uma forma ou de outra ajudado a escrever à 111 anos uma bela e vitoriosa historia no meio evangélico pentencostal,minha ultima postagem do ano de 2011, não serà somente com votos de um feliz 2012 para todos, ou ainda com uma mensagem da quelas que costumamos postar sempre a cada final de ano mas, sim, convidar os amados amigos e colegas de ministério de todo Brasil, a refletir e fazer notorio de todos os que tem amor à Igreja do Senhor Jesus e pelas sã doutrina, que não se deixe ser manipulado, e não pastoreado, por lideres corruptos e apostatas que cujo a recompensa receberão das mãos do Altissimo.
Por João Flávio Martinez
Recentemente a mídia esteve a divulgar algumas atividades que a seita do Reverendo Moon está realizando no Brasil. Conhecida também como Igreja da Unificação, esta próspera seita adquiriu em 1994 uma grande fazenda no estado do Mato Grosso do Sul, chamada de Fazenda Nova Esperança. A fazenda tem uma excelente infra-estrutura, e lá são realizados seminários, nos quais os seguidores “aprendem” sobre a importância de se conhecer a “verdade”.
Mas o que prega e o que é esta seita? Este estudo visa esclarecer alguns pontos acerca disso, e verificar se a doutrina e os costumes da “Igreja da Unificação” estão baseados na Bíblia.
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS
A seita foi fundada pelo Rev. Sun Myung Moon, em 1954. A “igreja” de Moon tem como base de doutrina o livro “Princípio Divino”, escrito pelo próprio Reverendo, o qual é o líder internacional da seita. Moon sempre esteve presente em manchetes de Jornal pelo mundo afora, sempre devido a escândalos, como por exemplo quando foi preso nos EUA, por sonegação fiscal (a pena terminou em 1985).
Moon é às vezes chamado de Senhor do Segundo Advento por seus seguidores. O Senhor do Segundo Advento é a pessoa que irá completar a missão de Jesus, a qual foi incompleta. Os seguidores são chamados freqüentemente de Moonies.
A Seita também é chamada de A Igreja da Unificação, ou Associação das Famílias para a Unificação e a Paz Mundial.
HISTÓRIA
Nascido na Coréia do Norte, em 1920, Moon reivindica ter tido uma visão de Jesus em 1936 na manhã de Páscoa. Nesta visão, Jesus lhe disse “para restaurar o reino perfeito de Deus ” ou seja, que Moon seria o que “completaria a salvação dos homens, sendo a segunda vinda de Cristo”. Esta primeira visão foi seguida por comunicações com ” Moisés, Buda, e outros”
Em 1946, Moon estabeleceu sua primeira igreja, a Broad Sea Church. Estudou também com “Paik Moon Kim, um messias auto-proclamado”. Alguns ensinos de Kim, junto com “o elemento forte do messianismo encontrado na religião coreana foram emprestados por Moon, que citou Chung Kam Nok, um texto de uma seita do décimo quinto ou décimo sexto século, para suportar a reivindicação que o messias viria da Coréia “
O nome da igreja foi mudado em 1954 para Igreja da Unificação. Moon mover-se-ia para América em 1959 onde estabeleceu suas matrizes internacionais. Em 1965 um dos eventos mais interessantes da vida de Moon ocorreram. Teve um encontro com famoso Espírita-Médium Arthur Ford. Nesta sessão espírita, foi-lhe dada a informação por Fletcher, guia do espírito de Ford, a respeito de seu destino como um líder espiritual. Estiveram presentes neste serimonialismo oculto, Ford, Moon, Bo Hi Pak (um líder na Igreja da Unificação), assim como a senhora Kim, intérprete de Moon.
Depois que Ford entrou em um transe, Pak perguntou, “Poderia você perguntar-lhe qual é a relação entre a nova era e a missão de nosso líder aqui hoje? ” Fletcher respondeu, “ele é um dos que serão o instrumento humano através de quem o Professor do Mundo poderá falar… O Jesus da Galiléia não retornará, não é necessário. O Cristo que se manifestou através dele é o eterno, e ele manifestar-se-á outra vez. Mas uma coisa importante que devemos recordar é que quando Deus quer fazer uma revelação tem que escolher um instrumento humano…. estou falando, mais especificamente de Sun Myung Moon. Eu tenho falado para um grupo de pessoas aqui. Este grupo parece cercá-lo. E o poder que flui através dele, a inteligência, não é apenas um grupo, mas é um grande grupo de pessoas. E vêm todos para se alimentar de sua inspiração e de seu conhecimento, da fonte, a qual parece ser derramada simbolicamente em um poço e de maneira simbólica este poço vem a ser Sun Myung Moon.”
Fletcher, tendo relatado a revelação, foi questionado por Pak, “você está falando da Nova Revelação; isso significa que você está se referindo ao Princípio Divino escrito por Sun Myung Moon? ” Fletcher respondeu, ” que é em parte sobre isso, sim, mas Sun Myung Moon não esgotou as capacidades da mente divina. Ele é, e ao longo de sua vida será um canal para a revelação “. Devido aos muitos encontros de Moon com o reino do espiritismo, suas doutrinas são extremamente anti-cristãs.
Em 1972, a Igreja da Unificação compra por $85.000 uma propriedade perto de Tarrytown, Nova Iorque, como um centro de treinamento. A igreja compra uma propriedade por $620.000 para servir como residência para Moon, o Reverendo, que adquiriu um visto permanente de residência”. A Igreja da Unificação é uma das seitas mais ricas na América hoje.
A Igreja da Unificação ligou-se a uma variedade de organizações associadas. Entre estas estão The American Freedom Coalition, Collegiate Association for the Research of Principles (CARP), CAUSA USA, American Leadership Conferences, American Constitution Committee, National Committee Against Religions Bigotry and Racism, Conservative Action Foundation, National Council for Church and Social Action, The Washington Times Corporation, World Media Association, U.S. Property Development Corporation, Atlanta Video, Happy World Inc. assim como numerosas outras. DOUTRINA:
TRINDADE: Young Oon Kim, professor de Teologia Sistemática do Seminário Teológico da Unificação, declarou, que “a teologia da unificação começa com o fato da polaridade como o indício principal para compreender a natureza essencial de Deus. Por isso não é fundamental defender a doutrina da trindade dos credos do quarto século. (Unification Theology, p. 53).
DEUS PAI: “A teologia da unificação declara que Deus tem qualidades masculinas e femininas, baseada no fato da polaridade universal… No século dezenove a crença no Deus Pai-Mãe provocou um grande número de críticas. Quando Mary Baker Eddy, que descobriu a Ciência Cristã, disse que Deus tinha ambas as qualidades (masculina e feminina), foi muitas vezes chamada de herege.”
Tendo dito isto, Kim prossegue citando as semelhanças entre a teologia da Igreja da Unificação no que se refere a Deus Pai, e o conceito de deidade de I Ching, do Confucionismo, do Taoismo e a adoração hinduista a Deusa Mãe. Ele então escreve: “Deste modo, Deus tem de ter uma existência polar. Isto é, Ele tem de possuir uma natureza entre a masculina e a feminina, o que é perfeitamente expressado e completamente harmonizado em Sua natureza. A doutrina da polaridade divina defendida pela Igreja da Unificação deve ser vista não como uma novidade excêntrica, mas sim como a reafirmação de uma convincente teologia racional.”
DEUS FILHO: Assim como acontece com todos os grupos não cristãos, a Igreja da Unificação nega a completa deidade de Jesus. No livro Princípio Divino, temos a seguinte explicação: “Da mesma maneira, Jesus, sendo um só corpo com Deus, pode ser chamado de segundo Deus (imagem de Deus), mas de modo algum pode ser o próprio Deus.” (p. 151). Eles afirmam que o propósito real da vinda de Jesus era de estabelecer o reino de Deus. Assim, Jesus deveria casar-se com uma mulher perfeita e tendo com esta um filho perfeito. No entanto, Jesus foi crucificado antes de concluir isto. Assim, ele só é capaz de prover uma salvação parcial. A salvação completa foi deixada para o próximo Adão, ou Senhor do Segundo Advento.
Estas idéias são explicadas nos seguintes termos:
Jesus não pôde realizar a finalidade da providência da salvação física porque seu corpo foi invadido por Satanás. Contudo, ele conseguiu estabelecer a base para a salvação espiritual formando um fundamento triunfante para a ressurreição através da redenção pelo sangue na cruz. Por isto, todos os santos, desde a ressurreição de Jesus até o dia de hoje, só desfrutaram do benefício da providência da salvação espiritual. A salvação através da redenção pela cruz só é espiritual. Até mesmo em devotos homens de fé ainda resta na carne o pecado original, que é continuamente transmitido de geração a geração. Por isto, quanto mais devoto se torne um santo em sua fé, tanto mais severa se torna sua luta contra o pecado. Assim, Cristo deve vir novamente à Terra para realizar a finalidade da providência da salvação tanto física quanto espiritual, pela redenção do pecado original, que não foi liquidado nem mesmo pela cruz.” (p. 107)
O ESPÍRITO SANTO: De acordo com Kim, “na Igreja da Unificação o ponto principal é que o Espírito Santo não é uma entidade separada, ou uma existência separada de Deus Pai. O Espírito Santo simplesmente refere-se à atividade redentiva de Deus”. Além disso, afirmam que o Espírito Santo “…é citado como feminino, masculino e impessoal. …Assim como Deus, o Espírito Santo é invisível e incorporal – uma luz brilhante ou um campo magnético de energia.” (Unification Theology, pp. 201-202)
O DESTINO DOS HOMENS: De acordo com a teologia do Moonismo, o destino final dos homens é serem casados e terem uma família perfeita. Isso porém não pode atualmente se realizar por que Jesus falhou, e assim não executou a salvação completa. No Entanto, como comenta Bjornstad, “uma Nova Era teve início em 1960: ‘Naquele tempo, a profecia sobre as bodas do cordeiro, que se encontra no capítulo 19 de Apocalipse, cumpriu-se. Assim, o Senhor do Segundo Advento e Sua Esposa tornaram-se os Verdadeiros Pais dos homens” (1960 happens to be the year in which Rev. Moon married his wife Hak-Ja Han). Este messias irá estabelecer a família perfeita, tarefa esta Jesus conca completou. Outras famílias perfeitas serão formadas, as quais irão formar uma sociedade perfeita que se expandirá por todo do mundo.” (The Moon Is Not The Son, pp. 62-63).
Através dos casamentos em massa realizados pelo Reverendo Moon, parte deste destino está se cumprindo. Estes casamentos são anunciados em publicações, como o Jornal de Wall Street, pelo fato de suas proporções. “mais de 25.000 casamentos de 120 países ocorrerão como santos matrimônios amanhã, realizados pelo Rev. Moon. Com isto, será quebrado o recorde anterior, também alcançado pelo Ver. Moon, quando em setembro de 1988 ocorreram 6.515 casamentos, abrangendo 83 países, ocorreram nas proximidades de Seul.” (24 de agosto de 1992, p. A-1).
OUTRAS DOUTRINAS
Moon recentemente se auto proclamou como o Senhor do Segundo Advento, Salvador e Messias.
O Livro Princípio Divino é tido como a maior obra teológica da Igreja da Unificação. Entretanto, nele está contida somente parte da nova verdade. Revelações mais profundas da verdade virão com o passar do tempo.
CONTESTAÇÃO BÍBLICA
1) A Trindade é bíblica, e não uma doutrina que começou a existir no quarto século. Há somente um Deus (Isaías 44:6-8, 45:22, 1Coríntios 8:4). O Pai é Deus (Filipenses 2:11, 2 Pedro 1:17), O Filho é Deus (João 1:1, 10:32, Apocalípse. 1:8), O Espírito Santo é Deus, e é pessoal (João 16:13-14, Atos 5:3-4, 13:2).
2) Jesus não falhou em sua missão. A crucificação não foi um erro!
“Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer.”
João 17:4
“Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.”
João 18:37
“Então Jesus, depois de ter tomado o vinagre, disse: está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.”
João 19:30
“fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à direita do trono de Deus.”
Hebreus 12:2
“Mas Deus assim cumpriu o que já dantes pela boca de todos os seus profetas havia anunciado que o seu Cristo havia de padecer.”
Atos 3:18
3) Temos salvação somente em Jesus, não em um outro messias ou “Senhor do Segundo Advento”:
“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.”
Mateus 7:15
“Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão sinais e prodígios para enganar, se possível, até os escolhidos.”
Marcos 13:22
“E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos.”
Atos 4:12
“E o testemunho é este: Que Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.”
1Jo 5:11-12
Assim, podemos verificar que a doutrina da Igreja da Unificação é anti-bíblica. É na verdade uma miscelanea de doutrinas emprestadas do Budismo, Espiritismo, Hinduísmo mixadas com um falso cristianismo. A Seita também tem características semelhantes às demais, como Testemunhas de Jeová, e mórmons, onde o indivíduo que nela ingressa, é “doutrinado” de forma a “deduzir” as “verdades” pregadas pela seita.
Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. Gl 1:8-9
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Fonte: CACP- Centro Apologético Cristão de Pesquisas. Divulgação:Pulpito Cristão
domingo, 12 de junho de 2011
Historia da Assembléia de Deus no Brasil
Assembléia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de 1910, vindos dos EUA. A princípio, freqüentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam nos Estados Unidos. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia — o falar em línguas estranhas — como a evidência inicial da manifestação para os adeptos do movimento. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos EUA (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor negro leigo, chamado William Joseph Seymour, na Rua Azusa, Los Angeles, em 1906.
A nova doutrina trouxe muita divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembléias distintas, conforme relatam as atas das sessões, os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de 1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de Missão de Fé Apostólica, que já era empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembléia de Deus, em virtude da fundação das Assembléias de Deus nos Estados Unidos, em 1914, em Hot Springs, Arkansas, mas, outra vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.
A Assembléia de Deus no Brasil se expandiu pelo Estado do Pará, alcançou o Amazonas, propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegou ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, PA, em 1924, para a então capital da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um general, através de um folheto evangelístico. Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como veremos adiante.
A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, RN, a Assembléia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembléias de Deus dos EUA através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.
Organização Denominacional
As Assembléias de Deus estão organizadas em forma de árvore, onde cada Ministério é constituído pela Igreja-Sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação. O sistema de administração é um misto entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, onde os assuntos são previamente tratados pelo ministério, com forte influência da liderança pastoral, e depois são levados à Assembléia para serem votados.
Os pastores das Assembléias de Deus podem estar ligados a convenções estaduais que, por sua vez, se vinculam a uma Convenção de caráter nacional.
Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil
A CGADB possui sede no Rio de Janeiro, se considera o tronco da denominação por ser a entidade que desde o princípio deu corpo organizacional à Igreja, e a quem pertence a patente do nome no país. A CGADB hoje conta com cerca de 3,5 milhões de membros em todo o Brasil (dados do ISER) e centenas de missionários espalhados pelo mundo.
A CGADB é proprietária da Casa Publicadora das Assembléias de Deus — CPAD, com sede no Rio de Janeiro, que atende parcela significativa da comunidade evangélica brasileira. À CGADB também pertence a Faculdade Evangélica de Tecnologia, Ciências e Biotecnologia — FAECAD, sediada no mesmo Estado, e que oferece os seguintes curso em nível superior: Administração, Comércio Exterior, Marketing, Teologia e Direito.
A CGADB é constituída por várias convenções estaduais e regionais, além de vários ministérios. Alguns ministérios cresceram de tal forma que tornaram-se denominações de facto, com suas congregações sobrepondo as áreas de abrangência das convenções regionais. Dentre os grandes ministérios se destaca o Ministério do Belém, que possui cerca de 1000 igrejas concentradas no centro-sul e com sede no Bairro do Belenzinho na capital paulista, sendo atualmente (2007) presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, que também lidera a CGADB.
Na área política, 21 deputados federais são membros das Assembléias de Deus e a representam institucionalmente junto aos poderes públicos nos assuntos de interesse da denominação, supervisionados pelo Conselho Político Nacional das Assembléias de Deus no Brasil, com sede em Brasília, DF, que coordena todo o processo político da CGADB. Além disso, são cerca de 27 deputados estaduais, mais de cem prefeitos e cerca de 1000 vereadores, todos sob a chancela de igrejas ligadas à CGADB.
Desde a década de 1980, por razões administrativas, a Assembléia de Deus brasileira tem passado por várias cisões que deram origem a diversas convenções e ministérios, com administração autônoma, em várias regiões do país. O mais expressivo dos ministérios independentes originários da CGADB é o Ministério de Madureira, cuja igreja já existia desde os idos da década de 1930, fundada pelo pastor Paulo Leivas Macalão e que, em 1958, serviu de base para a estruturação nacional do Ministério por ele presidido, até a sua morte, no final de 1982.
Convenção Nacional das Assembléias de Deus no Brasil - Ministério de Madureira
À medida que os anos se passavam, os pastores do Ministério de Madureira (assim conhecido por ter sua sede no bairro de mesmo nome, no Rio de Janeiro), sob a liderança do pastor (hoje bispo) Manoel Ferreira, se distanciavam das normas eclesiásticas da CGADB, segundo a liderança da época, que, por isso mesmo, realizou uma Assembléia Geral Extraordinária em Salvador, BA, em setembro de 1987, onde esses pastores foram suspensos até que aceitassem as decisões aprovadas. Por não concordarem com as exigências que lhes eram feitas, se organizaram numa nova entidade, hoje com cerca de 2 milhões de membros, no Brasil e exterior. Dessa forma surgiu a Convenção Nacional das Assembléias de Deus no Brasil — Ministério de Madureira — CONAMAD, fundada em 1988.
Portugal
Em Portugal a história dessa denominação pentecostal é contada a partir do ano de 1913. Foram os missionários portugueses emigrados do Brasil José Plácido da Costa (1913) e José de Matos Caravela (1921) que deram início às ações que resultaram na fundação das Assembléias de Deus em Portugal.
A primeira igreja Assembléia de Deus em Portugal foi fundada na cidade de Portimão, em 1924, pelo missionário José de Matos, também responsável pela fundação das igrejas do Algarve, de Santarém e de Alcanhões. A partir desse ano, com a ajuda de missionários suecos e o esforço de obreiros portugueses, foram estabelecidas diversas outras igrejas em várias cidades, como: Porto, em 1930, com a intervenção do missionário sueco Daniel Berg; Évora, em 1932, pela ação da evangelista Isabel Guerreiro; e Lisboa, em 1934, com a ajuda do missionário Jack Hardstedt.
Da ação missionária das Assembléias de Deus em Portugal deu-se a expansão da igreja aos territórios ultramarinos, a exemplo de: Angola, Guiné, São Tomé e Príncipe, Moçambique e Timor-Leste; os quais posteriormente tornaram-se nações independentes, mas mantiveram suas igrejas Assembléias de Deus nacionais em fraterna relação com as coirmãs portuguesas.
Em Portugal o ramo principal é a Convenção das Assembléias de Deus em Portugal, com quase 400 igrejas, a maior denominação protestante no país.
Além da CADP, existem outras denominações organizadas em Portugal, originárias de imigrantes brasileiros ou cismas da CADP, que adotam o mesmo nome, como a Assembléia de Deus Missionária; Assembléia de Deus Universal; Convenção Nacional das Assembléias de Deus (60 igrejas); Igreja de Nova Vida - Assembléia de Deus da Amadora.
Estados Unidos
Nos Estados Unidos surgiram várias congregações pentecostais independentes, desde o avivamento da Azuza St, em 1906. Buscando unidade, comunhão entre si, trabalho missionário e organização legal, alguns líderes convocaram uma Convenção em Hot Springs, Arkansas, em 1914. Como resultado, houve a adesão de quase 500 ministros e a criação do General Council of the Assemblies of God (Concílio Geral das Assembléias de Deus), mais tarde sediado em Springfield (Missouri), Missouri. Essa igreja possui, hoje, cerca de 2 milhões de membros e envia missionários a vários países do mundo. John Ashcroft, procurador-geral dos EUA durante o primeiro mandato de George W. Bush, é membro dessa denominação.
As Assemblies of God apresentam algumas diferenças de sua coirmã brasileira: no tocante à administração, não existe o sistema de ministérios; cada igreja local é autônoma e não é subordinada a nenhuma outra entidade, mas voluntariamente agrupam-se em presbitério regionais, onde há igualdade entre todos e contam com a participação de representantes leigos. A congregação local entrevista e contrata o pastor, que é examinado e ordenado pelo Concílio Geral. Referente aos costumes, as Assemblies of God são integradas à sociedade americana, permitindo, por exemplo, que suas mulheres cortem o cabelo e usem calças compridas.
Grã-Bretanha e Irlanda
Organizada em 1924, a Assemblies of God in Great Britain and Ireland cresceu sob a influência do pastor Donald Gee. Reúne hoje cerca de 600 igrejas locais e possui uma rede de missionários atuando em vários continentes. Uma característica da AGGBI é a prática da Santa Ceia semanalmente.
Existem ainda Assembléias de Deus composta por imigrantes caribenhos e brasileiros, cujas igrejas não possuem relações com a AGGBI.
Doutrina
De acordo com o credo das Assembléias de Deus, entre as verdades fundamentais da denominação, estão a crença:
Num só Deus eterno subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo;
Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, considerada a única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão;
Na concepção virginal de Jesus Cristo, na sua morte vicária e expiatória, ressurreição corporal e ascensão para o céu;
No pecado que distancia o homem de Deus, condição que só pode ser restaurada através do arrependimento e da fé em Jesus Cristo.
Arrebatamento dos membros da Igreja para a Nova Jerusalém em breve com a volta de Cristo.
Na necessidade de um novo nascimento pela fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para que o homem se torne digno do Reino dos Céus;
A denominação pratica o batismo em águas por imersão do corpo inteiro, uma só vez, em adultos, em nome da Trindade; a celebração, sistemática e continuada, da Santa Ceia; e o recebimento do batismo no Espírito Santo com a evidência inicial do falar em outras línguas, seguido dos dons do Espírito Santo.
A exemplo da maioria dos cristãos, os assembleianos aguardam a segunda vinda premilenial de Cristo em duas fases distintas: a primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; e a segunda, visível e corporal com a Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo por mil anos, sendo portanto dispensacionalista.
Ainda, nesse corolário de fé, os assembleianos esperam comparecer perante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa do Cristianismo, seguindo-se uma vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tormento para os infiéis.
A liturgia do Culto
Os cultos da Assembléia de Deus se caracterizam por orações, cânticos (músicas gospel e hinos evangélicos clássicos), testemunhos e pregações, onde muitas vezes ocorrem manifestações dos dons espirituais, como profecias e o culto em línguas.
Possui dias e horários específicos, sendo o principal deles no Domingo (o culto público) por volta das 19:00hs, e o de Ensinamento Bíblico (a Escola Bíblica Dominical, com divisão de classes por idade aos Domingos por volta das 09:00hs.
Os cultos e trabalhos tem duração média de 02:30hs, sendo divididos em:
Oração inicial - Normalmente um obreiro ou pastor faz uma oração pedindo a benção de Deus.
Cânticos iniciais - Utilizando-se da Harpa Cristã (um livreto de Hinos Evangélicos Clássicos), canta-se em média de 03 hinos, e também (nem todas), após o hinário, canta-se também outras músicas evangélicas.
Leitura trecho bíblico (Ou Palvra Introdutória) - Neste momento a leitura do trecho bíblico e inspirada pelo Espírito Santo, no qual o culto será direcionado como um todo com base nesse trecho.
Oportunidades de Cânticos por Grupos de Jovens, Crianças, Senhoras, Irmãs, Grupos e ministérios de Louvor, e Adolescentes.
Oportunidades de Testemunhos por Membros - Momento no qual os membros contam o que Deus mudou em suas vidas e vem fazendo atualmente por eles.
Leitura Bíblica e Pregação - na qual um pastor, um membro da igreja local, ou um pregador ou pastor convidado fará a pregação (sermão) explicando a passagem bíblica para toda a igreja.
Apelo - Convite aos que não são evangélicos a aceitarem a Jesus como seu único e suficiente Salvador.
Cântico de Encerramento.
Oração Final.
Benção Apostólica
Obs: Nem todas os ministérios da Assembléia de Deus seguem esta liturgia. É importante lembrar que atualmente muitas Assembléias de Deus adotam linha litúrgica contextualizada de louvor e condução dos cultos, bem próximos das liturgias praticadas pelas Comunidades Evangélicas e Igrejas de Nova Vida em geral.
by: janio ires.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
FATOS SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE
O que o relato da criação ensina a respeito do estilo de vida homossexual?
Os relatos de Gênesis (Gênesis 1.27; 2.18,21-24) e Mateus 19.4-6 ensinam que Deus criou a humanidade de uma maneira específica (macho e fêmea) com propósitos específicos relativos a isso (casamento, unidade sexual e procriação subentendidos).
O lugar mais adequado para começar uma avaliação bíblica sobre o homossexualismo não é com textos que o rejeitam, mas com textos que sustentam e apóiam essas passagens condenatórias.[1] Essa abordagem de pano de fundo é algo que quase todos os escritores pró-homossexuais falham em suprir.
A consideração do relato da criação é vital por muitas razões. Para começar, é um relato da criação. Homens e mulheres não são o produto cego de uma evolução ao acaso em que, literalmente, nada é normativo e os indivíduos são livres para escolher sua própria moralidade ou sexualidade. Os homens devem prestar contas ao Deus que os criou; eles não são o produto de uma natureza impessoal que não se importa com o estilo de vida deles.[2]
Abaixo estão cinco razões pelas quais o relato da criação é decisivo para qualquer discussão bíblica sobre a homossexualidade.
Primeiro, a aceitação da homossexualidade viola a ordem e a essência da própria criação humana.
Deus declarou que não era bom que o homem estivesse só. Para remediar essa situação, Ele criou a mulher como complemento divino e contrapartida da masculinidade. A comunhão sexual íntima foi pretendida somente para o homem com a mulher. Isso quer dizer que a homossexualidade distorce e desordena as intenções de Deus na criação e que a prática da homossexualidade contradiz o padrão da heterossexualidade em seu nível mais básico. O estilo de vida homossexual nega e desafia as polaridades do sexo de tal maneira que nem mesmo comportamentos heterossexuais, tais como fornicação e adultério, o conseguem.
Segundo, os homossexuais não podem obedecer ao mandamento de Deus quanto à procriação.
Em Gênesis 1.28, Deus ordenou a Adão, Eva e seus descendentes: "sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra". Se Adão tivesse decidido ser homossexual, ninguém jamais teria nascido.
Terceiro, a homossexualidade constitui uma rebelião consciente contra a ordem divinamente criada.
De acordo com Romanos 1.32 e outras passagens bíblicas, os homossexuais sabem que seu comportamento é pecaminoso. A escolha contínua da prática de tal atividade é, portanto, uma rebelião intencional contra Deus e a ordem da criação.
Quarto, a Bíblia está repleta de premissas do relato da criação.
Se a homossexualidade fosse de alguma maneira legítima, as Escrituras não assumiriam uma inclinação heterossexual, mas incluiriam a opção homossexual. Se Deus tivesse a intenção de que o homem fosse bissexual, ou homossexual, ou se Ele tivesse criado o homem andrógino, o fato de criá-lo dessa maneira seria evidente em outros relatos das Escrituras relacionados à natureza do homem. Mas, o único padrão mantido e defendido é o heterossexual. "Do primeiro capítulo de Gênesis até o livro de Apocalipse, o significado duplo de expressão sexual-genital – a saber, procriação e união – é claramente manifesto... Javé é descrito como o noivo fiel, e Israel, como a noiva fiel, indicando que o amor heterossexual pode ser a base para se expressar o mistério de Deus em amar a raça humana... Além disso, o autor de Efésios reitera a mesma verdade revelada sobre a sexualidade humana, no contexto da sublime comparação em que o marido é comparado a Cristo e a mulher à Igreja. Quando o autor deseja descrever o amor que Cristo tem pela Sua Igreja, ele se volta para o amor heterossexual do marido e da mulher. [Efésios 5.25,28]."[3]
Em outras palavras, as Escrituras estão impregnadas com premissas concernentes à adequação da heterossexualidade; por comparação, a homossexualidade está conspicuamente ausente exceto quando se trata de condenação.
Quinto, a homossexualidade distorce a imagem de Deus.
Gênesis 1.27 ensina claramente que a imagem de Deus compreende tanto macho e fêmea – uma complementaridade que é eterna e existirá para sempre. Afirmar que a homossexualidade é bíblica e normal é distorcer a imagem de Deus e, conseqüentemente, insultar a natureza e o próprio Ser de Deus.
Ao entendermos o propósito divino da criação e o fato de que a criação reflete o próprio Ser de Deus, podemos entender mais claramente as razões para as condenações bíblicas da homossexualidade moderna e porque elas são tão rígidas.
O que 2 Pedro 2.1-10 e Judas ensinam a respeito do estilo de vida homossexual?
Essas passagens estão repletas de referências ao homossexualismo e, implicitamente, também ao movimento homossexual cristão. As passagens paralelas ao trecho de Romanos são dignas de nota. Em 2 Pedro 2, observe que o contexto envolve "falsos mestres entre vós" (i.e. dentro da igreja) que ardilosamente introduzem "heresias destrutivas" até mesmo negando o Mestre (Jesus) que os comprou. Note, além disso, que muitos seguirão sua "sensualidade" (v. 2) ou "caminhos vergonhosos", e por causa de tais mestres o caminho da verdade será "difamado" ou distorcido.
Tais pessoas são consideradas como repletas de ganância e descritas como sendo aquelas que exploram os cristãos com "palavras falsas" ( v. 3) ou "fábulas".
Até aqui, a passagem é aplicável tanto a homossexuais quanto a "homossexuais cristãos" que promovem os tipos de argumentos que temos considerado no livro Os Fatos Sobre a Homossexualidade. Note também que nessa passagem é a homossexualidade que é diretamente citada como ilustração de todos acima. Sodoma e Gomorra são mencionadas especificamente por terem sido destruídas como "um exemplo para aqueles que viessem a viver vidas impiedosas depois disso."
O livro de Judas continua a rejeitar a homossexualidade:
"Como Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas que, havendo-se entregue à prostituição como aqueles seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição... Ora estes da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como rejeitam governo e difamam autoridades superiores... Estes, porém, quanto a tudo que não entendem, difamam... Estas são as coisas que os destroem... São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito" (Judas 7-19).
Essas palavras dispensam qualquer explicação e requerem pouco comentário.
Examinamos os principais e mais explícitos versículos das Escrituras relacionados ao homossexualismo. Aquele que afirma que a questão bíblica contra a homossexualidade é baseada em alguns textos "isolados" e "obscuros", simplesmente não entende o peso desses trechos das Escrituras. Além dos versículos acima, há um grande número de versículos adicionais que são aplicáveis às práticas homossexuais apesar do termo em si não ser usado (por exemplo, Romanos 6.11-21; Romanos 12.1-2; 1 Coríntios 6.19-20: Filipenses 1.20; Colossenses 3.5-8, Apocalipse 21.8).
Como se pode deixar o estilo de vida homossexual?
Deixar o estilo de vida homossexual pode ser relativamente fácil ou difícil, dependendo de diversos fatores. O passo mais importante é este – aceitar que o estilo de vida homossexual é moralmente errado e resolver mudar. Como comentamos no livro "Os Fatos Sobre a Homossexualidade", a mudança é claramente possível para homossexuais que queiram mudar, e Deus concederá graça e poder àqueles que se voltarem para Ele com fé, desejosos de agradá-lO com seu comportamento sexual. Nesse caso, a chave é uma oração de arrependimento diante de Deus, resolvendo deixar o estilo de vida homossexual, o incentivo e o aconselhamento daqueles que já fizeram isso.
Para aqueles que verdadeiramente desejam deixar o estilo de vida homossexual, nós recomendamos a seguinte oração:
Querido Deus:
Eu agora reconheço que a minha homossexualidade tem Te desagradado. Confesso meu pecado diante de Ti e peço o Teu poder e Tua graça para deixar o meu estilo de vida anterior, de forma final e completa. Entendo que o Senhor é Santo e que meu pecado me separou de Ti. Portanto, agora recebo a Cristo como meu Senhor e Salvador pessoal, crendo que Ele morreu na cruz por todos os meus pecados e que ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia. Agradeço-Te que, pela fé no Teu Filho, posso agora saber que todos os meus pecados foram perdoados, – passados, presentes e futuros. Não preciso mais temer o Teu julgamento por causa do que Cristo consumou na cruz. Com a Tua ajuda, eu agora resolvo buscar qualquer ajuda e aconselhamento necessários para obedecer à Tua vontade para a minha vida. Em nome de Jesus, amém.
Aqueles que fizeram essa oração devem entender que a entrega a Cristo é um assunto sério e envolve fazer dEle o Senhor de cada área de sua vida. Vocês devem saber também que inclinações para o mesmo sexo podem, mas provavelmente não vão, cessar automaticamente. O pecado da homossexualidade é igual a qualquer outro pecado sexual e requer tempo e paciência para ser vencido. Outro passo importante é um rompimento explícito e permanente de todos os laços com a comunidade homossexual, incluíndo, se necessário, todas as amizades anteriores. Nenhuma brecha de tentação deve ser permitida. Toda rejeição ao pecado equivale à auto-negação e, é claro, é algo doloroso, mas o simples fato da dificuldade não nos isenta da responsabilidade diante de Deus de amá-lO como Ele nos amou. Milhares de homens e mulheres gays testemunharam que existe vitória – vitória completa – e aqueles que acabaram de começar seu novo estilo de vida devem ser encorajados por esse fato. (John Ankerberg e John Weldon - http://www.chamada.com.br)
Notas
John Stott, “Homosexual Partnerships”, Involvement, vol. 2, p. 226.
Veja John Ankerberg e John Weldon, Os Fatos Sobre Criação e Evolução (Obra Missionária Chamada da Meia-Noite, 1995).
John F. Harvey, The Homosexual Person (San Francisco: Ignatius, 1987), p. 95-97.
Extraído do livro Os Fatos Sobre a Homosexualidade.
Obs:
No campo dos debates e/ou embates ideologicos de interesse Nacional, é razoavel dizer que antes de qualquer "partidarismo" se é que cabe aqui o termo simplorio em si mesmo, convem que os resultados dos ideàis, sejam julgados pelos poderes emanentes nesta nação, a saber; Executivo, Legislativo, e Judiciàrio, e pela sociedade civil. Se atentarmos para o real conceito de democracia, isto é , se provem do povo para o povo, a primicia aqui é que o povo não pode ser ignorado.Não é o caso aqui de se ouvir tambem a sociedade sobre?
porque se criar leis tendenciosas prejudicial, agressiva, e injusta para parte da população em detrimento de outrem?
...é no minimo suspeito, constragedor, a forma exarcebada como a questão està se desenrolando nos bastidores do "poder" politico, em nome de direitos humanos muitas mazelas morais e questionaveis, tem sido bem trabalhadas para que a nos simples mortais, possamos aceita-las como algo bom, bonito, necessàrio, e urgente!
A sociedade que forma esta Nação, tem por caracteristica peculiar, a tolerancia e boa convivencia com as diferença raciais, ideologicas, religiosas, e niveis sociais distintos conforme rege a Carta Magna.no seu art 5°.
Deixo aqui meu repudio como cidadão brasileiro contra a ignorancia proposital de nossas autoridades de modo geral e através deste sucinto manifesto, em nome do bom senso comum e coletivo venho fazer publico minha voz e pedir aos Senhores do Congresso Nacional, Senadores e Deputados, que não aprovem esta lei ou seja(PL 122) e nem qualquer outra que disponha deste assunto, que fere o nosso direito de livre manifestação do Cristianismo, assegurado pela nossa Constituição, conforme art. 5, VI, que diz: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício.post by;Janio Ires
Os relatos de Gênesis (Gênesis 1.27; 2.18,21-24) e Mateus 19.4-6 ensinam que Deus criou a humanidade de uma maneira específica (macho e fêmea) com propósitos específicos relativos a isso (casamento, unidade sexual e procriação subentendidos).
O lugar mais adequado para começar uma avaliação bíblica sobre o homossexualismo não é com textos que o rejeitam, mas com textos que sustentam e apóiam essas passagens condenatórias.[1] Essa abordagem de pano de fundo é algo que quase todos os escritores pró-homossexuais falham em suprir.
A consideração do relato da criação é vital por muitas razões. Para começar, é um relato da criação. Homens e mulheres não são o produto cego de uma evolução ao acaso em que, literalmente, nada é normativo e os indivíduos são livres para escolher sua própria moralidade ou sexualidade. Os homens devem prestar contas ao Deus que os criou; eles não são o produto de uma natureza impessoal que não se importa com o estilo de vida deles.[2]
Abaixo estão cinco razões pelas quais o relato da criação é decisivo para qualquer discussão bíblica sobre a homossexualidade.
Primeiro, a aceitação da homossexualidade viola a ordem e a essência da própria criação humana.
Deus declarou que não era bom que o homem estivesse só. Para remediar essa situação, Ele criou a mulher como complemento divino e contrapartida da masculinidade. A comunhão sexual íntima foi pretendida somente para o homem com a mulher. Isso quer dizer que a homossexualidade distorce e desordena as intenções de Deus na criação e que a prática da homossexualidade contradiz o padrão da heterossexualidade em seu nível mais básico. O estilo de vida homossexual nega e desafia as polaridades do sexo de tal maneira que nem mesmo comportamentos heterossexuais, tais como fornicação e adultério, o conseguem.
Segundo, os homossexuais não podem obedecer ao mandamento de Deus quanto à procriação.
Em Gênesis 1.28, Deus ordenou a Adão, Eva e seus descendentes: "sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra". Se Adão tivesse decidido ser homossexual, ninguém jamais teria nascido.
Terceiro, a homossexualidade constitui uma rebelião consciente contra a ordem divinamente criada.
De acordo com Romanos 1.32 e outras passagens bíblicas, os homossexuais sabem que seu comportamento é pecaminoso. A escolha contínua da prática de tal atividade é, portanto, uma rebelião intencional contra Deus e a ordem da criação.
Quarto, a Bíblia está repleta de premissas do relato da criação.
Se a homossexualidade fosse de alguma maneira legítima, as Escrituras não assumiriam uma inclinação heterossexual, mas incluiriam a opção homossexual. Se Deus tivesse a intenção de que o homem fosse bissexual, ou homossexual, ou se Ele tivesse criado o homem andrógino, o fato de criá-lo dessa maneira seria evidente em outros relatos das Escrituras relacionados à natureza do homem. Mas, o único padrão mantido e defendido é o heterossexual. "Do primeiro capítulo de Gênesis até o livro de Apocalipse, o significado duplo de expressão sexual-genital – a saber, procriação e união – é claramente manifesto... Javé é descrito como o noivo fiel, e Israel, como a noiva fiel, indicando que o amor heterossexual pode ser a base para se expressar o mistério de Deus em amar a raça humana... Além disso, o autor de Efésios reitera a mesma verdade revelada sobre a sexualidade humana, no contexto da sublime comparação em que o marido é comparado a Cristo e a mulher à Igreja. Quando o autor deseja descrever o amor que Cristo tem pela Sua Igreja, ele se volta para o amor heterossexual do marido e da mulher. [Efésios 5.25,28]."[3]
Em outras palavras, as Escrituras estão impregnadas com premissas concernentes à adequação da heterossexualidade; por comparação, a homossexualidade está conspicuamente ausente exceto quando se trata de condenação.
Quinto, a homossexualidade distorce a imagem de Deus.
Gênesis 1.27 ensina claramente que a imagem de Deus compreende tanto macho e fêmea – uma complementaridade que é eterna e existirá para sempre. Afirmar que a homossexualidade é bíblica e normal é distorcer a imagem de Deus e, conseqüentemente, insultar a natureza e o próprio Ser de Deus.
Ao entendermos o propósito divino da criação e o fato de que a criação reflete o próprio Ser de Deus, podemos entender mais claramente as razões para as condenações bíblicas da homossexualidade moderna e porque elas são tão rígidas.
O que 2 Pedro 2.1-10 e Judas ensinam a respeito do estilo de vida homossexual?
Essas passagens estão repletas de referências ao homossexualismo e, implicitamente, também ao movimento homossexual cristão. As passagens paralelas ao trecho de Romanos são dignas de nota. Em 2 Pedro 2, observe que o contexto envolve "falsos mestres entre vós" (i.e. dentro da igreja) que ardilosamente introduzem "heresias destrutivas" até mesmo negando o Mestre (Jesus) que os comprou. Note, além disso, que muitos seguirão sua "sensualidade" (v. 2) ou "caminhos vergonhosos", e por causa de tais mestres o caminho da verdade será "difamado" ou distorcido.
Tais pessoas são consideradas como repletas de ganância e descritas como sendo aquelas que exploram os cristãos com "palavras falsas" ( v. 3) ou "fábulas".
Até aqui, a passagem é aplicável tanto a homossexuais quanto a "homossexuais cristãos" que promovem os tipos de argumentos que temos considerado no livro Os Fatos Sobre a Homossexualidade. Note também que nessa passagem é a homossexualidade que é diretamente citada como ilustração de todos acima. Sodoma e Gomorra são mencionadas especificamente por terem sido destruídas como "um exemplo para aqueles que viessem a viver vidas impiedosas depois disso."
O livro de Judas continua a rejeitar a homossexualidade:
"Como Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas que, havendo-se entregue à prostituição como aqueles seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição... Ora estes da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como rejeitam governo e difamam autoridades superiores... Estes, porém, quanto a tudo que não entendem, difamam... Estas são as coisas que os destroem... São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito" (Judas 7-19).
Essas palavras dispensam qualquer explicação e requerem pouco comentário.
Examinamos os principais e mais explícitos versículos das Escrituras relacionados ao homossexualismo. Aquele que afirma que a questão bíblica contra a homossexualidade é baseada em alguns textos "isolados" e "obscuros", simplesmente não entende o peso desses trechos das Escrituras. Além dos versículos acima, há um grande número de versículos adicionais que são aplicáveis às práticas homossexuais apesar do termo em si não ser usado (por exemplo, Romanos 6.11-21; Romanos 12.1-2; 1 Coríntios 6.19-20: Filipenses 1.20; Colossenses 3.5-8, Apocalipse 21.8).
Como se pode deixar o estilo de vida homossexual?
Deixar o estilo de vida homossexual pode ser relativamente fácil ou difícil, dependendo de diversos fatores. O passo mais importante é este – aceitar que o estilo de vida homossexual é moralmente errado e resolver mudar. Como comentamos no livro "Os Fatos Sobre a Homossexualidade", a mudança é claramente possível para homossexuais que queiram mudar, e Deus concederá graça e poder àqueles que se voltarem para Ele com fé, desejosos de agradá-lO com seu comportamento sexual. Nesse caso, a chave é uma oração de arrependimento diante de Deus, resolvendo deixar o estilo de vida homossexual, o incentivo e o aconselhamento daqueles que já fizeram isso.
Para aqueles que verdadeiramente desejam deixar o estilo de vida homossexual, nós recomendamos a seguinte oração:
Querido Deus:
Eu agora reconheço que a minha homossexualidade tem Te desagradado. Confesso meu pecado diante de Ti e peço o Teu poder e Tua graça para deixar o meu estilo de vida anterior, de forma final e completa. Entendo que o Senhor é Santo e que meu pecado me separou de Ti. Portanto, agora recebo a Cristo como meu Senhor e Salvador pessoal, crendo que Ele morreu na cruz por todos os meus pecados e que ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia. Agradeço-Te que, pela fé no Teu Filho, posso agora saber que todos os meus pecados foram perdoados, – passados, presentes e futuros. Não preciso mais temer o Teu julgamento por causa do que Cristo consumou na cruz. Com a Tua ajuda, eu agora resolvo buscar qualquer ajuda e aconselhamento necessários para obedecer à Tua vontade para a minha vida. Em nome de Jesus, amém.
Aqueles que fizeram essa oração devem entender que a entrega a Cristo é um assunto sério e envolve fazer dEle o Senhor de cada área de sua vida. Vocês devem saber também que inclinações para o mesmo sexo podem, mas provavelmente não vão, cessar automaticamente. O pecado da homossexualidade é igual a qualquer outro pecado sexual e requer tempo e paciência para ser vencido. Outro passo importante é um rompimento explícito e permanente de todos os laços com a comunidade homossexual, incluíndo, se necessário, todas as amizades anteriores. Nenhuma brecha de tentação deve ser permitida. Toda rejeição ao pecado equivale à auto-negação e, é claro, é algo doloroso, mas o simples fato da dificuldade não nos isenta da responsabilidade diante de Deus de amá-lO como Ele nos amou. Milhares de homens e mulheres gays testemunharam que existe vitória – vitória completa – e aqueles que acabaram de começar seu novo estilo de vida devem ser encorajados por esse fato. (John Ankerberg e John Weldon - http://www.chamada.com.br)
Notas
John Stott, “Homosexual Partnerships”, Involvement, vol. 2, p. 226.
Veja John Ankerberg e John Weldon, Os Fatos Sobre Criação e Evolução (Obra Missionária Chamada da Meia-Noite, 1995).
John F. Harvey, The Homosexual Person (San Francisco: Ignatius, 1987), p. 95-97.
Extraído do livro Os Fatos Sobre a Homosexualidade.
Obs:
No campo dos debates e/ou embates ideologicos de interesse Nacional, é razoavel dizer que antes de qualquer "partidarismo" se é que cabe aqui o termo simplorio em si mesmo, convem que os resultados dos ideàis, sejam julgados pelos poderes emanentes nesta nação, a saber; Executivo, Legislativo, e Judiciàrio, e pela sociedade civil. Se atentarmos para o real conceito de democracia, isto é , se provem do povo para o povo, a primicia aqui é que o povo não pode ser ignorado.Não é o caso aqui de se ouvir tambem a sociedade sobre?
porque se criar leis tendenciosas prejudicial, agressiva, e injusta para parte da população em detrimento de outrem?
...é no minimo suspeito, constragedor, a forma exarcebada como a questão està se desenrolando nos bastidores do "poder" politico, em nome de direitos humanos muitas mazelas morais e questionaveis, tem sido bem trabalhadas para que a nos simples mortais, possamos aceita-las como algo bom, bonito, necessàrio, e urgente!
A sociedade que forma esta Nação, tem por caracteristica peculiar, a tolerancia e boa convivencia com as diferença raciais, ideologicas, religiosas, e niveis sociais distintos conforme rege a Carta Magna.no seu art 5°.
Deixo aqui meu repudio como cidadão brasileiro contra a ignorancia proposital de nossas autoridades de modo geral e através deste sucinto manifesto, em nome do bom senso comum e coletivo venho fazer publico minha voz e pedir aos Senhores do Congresso Nacional, Senadores e Deputados, que não aprovem esta lei ou seja(PL 122) e nem qualquer outra que disponha deste assunto, que fere o nosso direito de livre manifestação do Cristianismo, assegurado pela nossa Constituição, conforme art. 5, VI, que diz: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício.post by;Janio Ires
segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Cultura Biblica, Fé Cristã x ameaças conteversas!
A Bíblia e a fé cristã em xeque
Surge no mundo um novo alerta de que o fim dos tempos é chegado. A loucura e a insanidade disfarçadas em sabedoria dominam as mentes do século 2l e já produzem seus malignos frutos na perversão das novas leis que punem os justos e justificam os ímpios. Estamos falando de leis como o Estatuto da Criança, promulgado pela ONU, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) no Brasil, e o levante dos ateus exigindo a abolição da Bíblia Sagrada nas escolas da Suíça. A ONU tem traçado suas diretrizes e as tem esparramado mundo afora, visando empurrar goela abaixo dos cristãos sua visão sobre homossexualidade e liberdade de expressão
, entre outras coisas. Batendo frontalmente contra os direitos de liberdade de expressão, promulgam leis onde o justo é punido pelos tribunais pelo simples fato de crer em Deus e tentar moralizar o mundo ao seu redor. Fica claro o cumprimento da palavra que diz: Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade. Eclesiastes 3:16
Absurdos recentes
Na Inglaterra, um casal cristão não somente foi impedido de realizar uma adoção como também foi levado a julgamento perante o Supremo Tribunal do Reino Unido, devido às suas opiniões (bíblicas) sobre o homossexualismo manifestadas durante a entrevista realizada no processo de adoção - (Leia clicando aqui). Nos EUA, uma evangélica foi denunciada pela sua preferência em dividir seu quarto com uma pessoa cristã - leia aqui. No Brasil, o Minisitério da Educação já prepara a capacitação de professores para doutrinar nossas crianças no homossexualismo - Leia aqui. Por fim, vemos que tudo isso procede de um mesmo lugar, de uma mesma fonte: a ONU. Segundo a visão da ONU, entre os direitos da criança está a liberdade de acesso a pornografia consensual e à prostituição - leia aqui Na Suíça os ateus se mobilizam contra a Bíblia Sagrada de forma direta. O jornal suiço Aargauer Zeitung, no artigo intitulado ”Um novo ataque contra a Igreja”, disse que "o movimento ateísta Freethinkers [Pensadores livres] alega que a Bíblia relata muitas cenas “cruéis” e ”pornográficas”, e por isso exigem a proibição da Bíblia para crianças e adolescentes na Suíça.", leia aqui
Estatuto da Criança promulgado pela ONU
Recentemente pipocaram notícias internacionais sobre os efeitos nocivos do Estatuto da Criança promulgado pela ONU, que assegura aos estudantes o direito de acesso a sites de materiais pornográficos a partir dos computadores das próprias escolas, sob o manto de respeito ao direito à liberdade de escolha. Na mesma direção seguem leis que visam calar o mundo sobre suas opiniões homofóbicas, como se fosse a coisa mais natural do mundo a homossexualidade e as demais perversões. No Brasil chegam notícias sobre as diretrizes da Educação nacional, que já prepara a grade para incluir a visão da ONU sobre assuntos como sexualidade e homossexualidade. Os professores iserão capacidados para nstruírem os alunos sob as novas diretrizes da ONU, O objetivo é estabelecer como normal esse comportamento anti-bíblico e anti-moral, que permitirão a penalização criminal dos cristãos.
Bancadas Evangélicas estão fazendo alguma coisa?
As bancadas evangélicas brasileiras tem feito muito pouco ou mesmo nada em relação a algum desses temas. Talvez já não tenham mais as mesmas convicções do tempo em que, pretensamente, tenham se "convertido" ao Evangelho. A visão desses políticos foi "cegada" por valores que não os da Bíblia Sagrada. Por isso, só nos resta confiar no Senhor Jesus Cristo. Estamos em xeque, mas a Bíblia é que dará o xeque mate!
A Bíblia e a fé cristã não estão em xeque
Ao contrário, tudo isso apenas nos serve de referência para vermos quão rapidamente se aproxima a hora do início da Tribulação e do Arrebatamento da Igreja de Cristo. Pela própria Bíblia Sagrada somos alertados sobre um tempo como esse, no qual a Bíblia e a fé seriam reputados por nada, como também o foi o Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas a cartada final não vem de nós mesmos, ou de uma mobilização mundial cristã-evangélica. O xeque-mate contra todos os rumos dessa humanidade corrompinda virá pelas mãos do Valente descrito no Livro de Apocalipse: "Eu sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve comigo; e os pisei na minha ira, e os esmaguei no meu furor; e o seu sangue salpicou as minhas vestes, e manchei toda a minha vestidura." - Isaías 63:3
O Fim da Igreja do Senhor Jesus Cristo
Se aproxima rapidamente o fim da Igreja Noiva de Cristo sobre a face da terra. Teologicamente falando, o tempo dessa dispensação da Igreja está chegando ao fim. Em breve, ela, a Noiva do Cordeiro, será Arrebatada ao encontro do Noivo, nas nuvens. Com o cumprimento dessa profecia, o mundo se verá entregue definitivamente a Satanás que iniciará seu Reino Mundial, e os guiará ao tempo mais terrível que a história humana já conheceu. Nesse tempo, porém, milhares de milhares serão salvos, ainda que tenham que pagar um alto preço por isso, negando ao anticristo, rejeitando a marca da besta, e sendo expostos à tortura e à fome, à perseguição e à perda de todos os seus direitos de cidadania, unicamente pelo fato de se declararem "cristãos". Mas será a única forma de salvação: declararem que Jesus é o Senhor e fora dele não existe salvação.
Nossa Esperança vem de Jesus Cristo
Nossa crença de que tudo está correndo de acordo com as profecias também nos leva a nos confortarmos através do estudo da Palavra de Deus, que nos conforta dizendo Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. Malaquias 4:2
Sabemos que esse tempo foi profetizado, mas é nele que alcançaremos as promessas de Deus: mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. Daniel 12:1
Se temos a certeza de que nosso nome está no Livro da Vida, não temos o que temer. Em caso contrário, devemos procurar o caminho a Salvação, clicando aqui .
Jesus dará o xeque-mate
Mas Bíblia Sagrada reserva uma supresa especial para o mundo rebelde à Palavra de Deus. É o Sol da Justiça que breve virá e iluminará o mundo com a sua luz. Ele é Jesus Cristo. Não entendem que Ele está, com paciência imensa, lhes dando tempo para que se arrependam, inclusive, de todas as leis injustas que promulgam. Jesus Cristo é quem nos livrará dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam- Lucas 1:71. Chegará o tempo -e próximo está- em que se cumprirá a profecia de Apocalipse, e surgirá o Redentor, trazendo Justiça sob suas asas:
E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.
E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.
E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.
E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.
E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.
E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.
E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus;
Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes. - Apocalipse 19:11-18
A realidade do mundo em que vivemos no século 21
Quando olhamos para o mundo e vemos uma humanidade completamente corrompida, nos lembramos das promessas de Deus aos seus filhos. Só isso nos consola, sabendo que nosso futuro será de paz e que lá na nossa futura morada, eterna no céu, não entrará coisas abomináveis. Uma sociedade que ama e comete a mentira, que chama bom ao que é mau e mau ao que é bom, está destinada a ver, com seus próprios olhos, a loucura que cometem não dando crédito aos avisos do Evangelho através das testemunhas de Jesus Cristo. Continuem promulgando leis que calem a boca da Igreja do Senhor Jesus Cristo e recebam, em breve, a justa recompensa. Deixem a homossexualidade abrasar seus filhos, as falsas religiões prosperarem como erva daninha, as drogas invadirem suas casas e a prostituição destruir os seus lares. Achem moderno "ficar" e destruam o conceito de casamento e família instituídos por Deus desde o início dos tempos. Estabeleçam a desordem e vejam o alto preço que deverão pagar na segunda morte. Hoje é o tempo do arrependimento e o Evangelho alerta a todos antes que o pó volte ao pó e o espírito volte a Deus e dEle receba -cada um- a paga pelo que fez por meio do corpo, já que não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos. Apocalipse 9:21 (trecho extraído da mensagem publicada em http://mensagembiblicadiaria.blogspot.com/2010_08_01_archive.html )
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!!!
Que Deus abençoe a todos com entendimento, porque próximo está o tempo de se cumprirem as profecias de Apocalipse.
Pr. Wagner Cipriano
by: Janio Ires
Surge no mundo um novo alerta de que o fim dos tempos é chegado. A loucura e a insanidade disfarçadas em sabedoria dominam as mentes do século 2l e já produzem seus malignos frutos na perversão das novas leis que punem os justos e justificam os ímpios. Estamos falando de leis como o Estatuto da Criança, promulgado pela ONU, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) no Brasil, e o levante dos ateus exigindo a abolição da Bíblia Sagrada nas escolas da Suíça. A ONU tem traçado suas diretrizes e as tem esparramado mundo afora, visando empurrar goela abaixo dos cristãos sua visão sobre homossexualidade e liberdade de expressão
, entre outras coisas. Batendo frontalmente contra os direitos de liberdade de expressão, promulgam leis onde o justo é punido pelos tribunais pelo simples fato de crer em Deus e tentar moralizar o mundo ao seu redor. Fica claro o cumprimento da palavra que diz: Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade. Eclesiastes 3:16
Absurdos recentes
Na Inglaterra, um casal cristão não somente foi impedido de realizar uma adoção como também foi levado a julgamento perante o Supremo Tribunal do Reino Unido, devido às suas opiniões (bíblicas) sobre o homossexualismo manifestadas durante a entrevista realizada no processo de adoção - (Leia clicando aqui). Nos EUA, uma evangélica foi denunciada pela sua preferência em dividir seu quarto com uma pessoa cristã - leia aqui. No Brasil, o Minisitério da Educação já prepara a capacitação de professores para doutrinar nossas crianças no homossexualismo - Leia aqui. Por fim, vemos que tudo isso procede de um mesmo lugar, de uma mesma fonte: a ONU. Segundo a visão da ONU, entre os direitos da criança está a liberdade de acesso a pornografia consensual e à prostituição - leia aqui Na Suíça os ateus se mobilizam contra a Bíblia Sagrada de forma direta. O jornal suiço Aargauer Zeitung, no artigo intitulado ”Um novo ataque contra a Igreja”, disse que "o movimento ateísta Freethinkers [Pensadores livres] alega que a Bíblia relata muitas cenas “cruéis” e ”pornográficas”, e por isso exigem a proibição da Bíblia para crianças e adolescentes na Suíça.", leia aqui
Estatuto da Criança promulgado pela ONU
Recentemente pipocaram notícias internacionais sobre os efeitos nocivos do Estatuto da Criança promulgado pela ONU, que assegura aos estudantes o direito de acesso a sites de materiais pornográficos a partir dos computadores das próprias escolas, sob o manto de respeito ao direito à liberdade de escolha. Na mesma direção seguem leis que visam calar o mundo sobre suas opiniões homofóbicas, como se fosse a coisa mais natural do mundo a homossexualidade e as demais perversões. No Brasil chegam notícias sobre as diretrizes da Educação nacional, que já prepara a grade para incluir a visão da ONU sobre assuntos como sexualidade e homossexualidade. Os professores iserão capacidados para nstruírem os alunos sob as novas diretrizes da ONU, O objetivo é estabelecer como normal esse comportamento anti-bíblico e anti-moral, que permitirão a penalização criminal dos cristãos.
Bancadas Evangélicas estão fazendo alguma coisa?
As bancadas evangélicas brasileiras tem feito muito pouco ou mesmo nada em relação a algum desses temas. Talvez já não tenham mais as mesmas convicções do tempo em que, pretensamente, tenham se "convertido" ao Evangelho. A visão desses políticos foi "cegada" por valores que não os da Bíblia Sagrada. Por isso, só nos resta confiar no Senhor Jesus Cristo. Estamos em xeque, mas a Bíblia é que dará o xeque mate!
A Bíblia e a fé cristã não estão em xeque
Ao contrário, tudo isso apenas nos serve de referência para vermos quão rapidamente se aproxima a hora do início da Tribulação e do Arrebatamento da Igreja de Cristo. Pela própria Bíblia Sagrada somos alertados sobre um tempo como esse, no qual a Bíblia e a fé seriam reputados por nada, como também o foi o Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas a cartada final não vem de nós mesmos, ou de uma mobilização mundial cristã-evangélica. O xeque-mate contra todos os rumos dessa humanidade corrompinda virá pelas mãos do Valente descrito no Livro de Apocalipse: "Eu sozinho pisei no lagar, e dos povos ninguém houve comigo; e os pisei na minha ira, e os esmaguei no meu furor; e o seu sangue salpicou as minhas vestes, e manchei toda a minha vestidura." - Isaías 63:3
O Fim da Igreja do Senhor Jesus Cristo
Se aproxima rapidamente o fim da Igreja Noiva de Cristo sobre a face da terra. Teologicamente falando, o tempo dessa dispensação da Igreja está chegando ao fim. Em breve, ela, a Noiva do Cordeiro, será Arrebatada ao encontro do Noivo, nas nuvens. Com o cumprimento dessa profecia, o mundo se verá entregue definitivamente a Satanás que iniciará seu Reino Mundial, e os guiará ao tempo mais terrível que a história humana já conheceu. Nesse tempo, porém, milhares de milhares serão salvos, ainda que tenham que pagar um alto preço por isso, negando ao anticristo, rejeitando a marca da besta, e sendo expostos à tortura e à fome, à perseguição e à perda de todos os seus direitos de cidadania, unicamente pelo fato de se declararem "cristãos". Mas será a única forma de salvação: declararem que Jesus é o Senhor e fora dele não existe salvação.
Nossa Esperança vem de Jesus Cristo
Nossa crença de que tudo está correndo de acordo com as profecias também nos leva a nos confortarmos através do estudo da Palavra de Deus, que nos conforta dizendo Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. Malaquias 4:2
Sabemos que esse tempo foi profetizado, mas é nele que alcançaremos as promessas de Deus: mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. Daniel 12:1
Se temos a certeza de que nosso nome está no Livro da Vida, não temos o que temer. Em caso contrário, devemos procurar o caminho a Salvação, clicando aqui .
Jesus dará o xeque-mate
Mas Bíblia Sagrada reserva uma supresa especial para o mundo rebelde à Palavra de Deus. É o Sol da Justiça que breve virá e iluminará o mundo com a sua luz. Ele é Jesus Cristo. Não entendem que Ele está, com paciência imensa, lhes dando tempo para que se arrependam, inclusive, de todas as leis injustas que promulgam. Jesus Cristo é quem nos livrará dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam- Lucas 1:71. Chegará o tempo -e próximo está- em que se cumprirá a profecia de Apocalipse, e surgirá o Redentor, trazendo Justiça sob suas asas:
E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça.
E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.
E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.
E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.
E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso.
E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.
E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus;
Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes. - Apocalipse 19:11-18
A realidade do mundo em que vivemos no século 21
Quando olhamos para o mundo e vemos uma humanidade completamente corrompida, nos lembramos das promessas de Deus aos seus filhos. Só isso nos consola, sabendo que nosso futuro será de paz e que lá na nossa futura morada, eterna no céu, não entrará coisas abomináveis. Uma sociedade que ama e comete a mentira, que chama bom ao que é mau e mau ao que é bom, está destinada a ver, com seus próprios olhos, a loucura que cometem não dando crédito aos avisos do Evangelho através das testemunhas de Jesus Cristo. Continuem promulgando leis que calem a boca da Igreja do Senhor Jesus Cristo e recebam, em breve, a justa recompensa. Deixem a homossexualidade abrasar seus filhos, as falsas religiões prosperarem como erva daninha, as drogas invadirem suas casas e a prostituição destruir os seus lares. Achem moderno "ficar" e destruam o conceito de casamento e família instituídos por Deus desde o início dos tempos. Estabeleçam a desordem e vejam o alto preço que deverão pagar na segunda morte. Hoje é o tempo do arrependimento e o Evangelho alerta a todos antes que o pó volte ao pó e o espírito volte a Deus e dEle receba -cada um- a paga pelo que fez por meio do corpo, já que não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos. Apocalipse 9:21 (trecho extraído da mensagem publicada em http://mensagembiblicadiaria.blogspot.com/2010_08_01_archive.html )
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!!!
Que Deus abençoe a todos com entendimento, porque próximo está o tempo de se cumprirem as profecias de Apocalipse.
Pr. Wagner Cipriano
by: Janio Ires
Isaias cap 9
Deus anuncia a Isaías sua sentença contra o mundo pecador
Nota-se a terra cambaleando como um ébrio, pronta a cair prostrada, revelando um mundo embrigado em fantasias e ilusões, perto de cair no mais profundo abismo. Lentamente as desolações esvaziarão e transtornarão a terra, que perderá gradualmente suas forças... A explicação divina aponta a humanidade como culpada pelo desprezo dedicado à obra salvadora de Jesus Cristo, quebrando a aliança eterna, que diz: Quem crer e for batizado, será salvo. Quase já não há arrependimento nem transformação de vidas pelo Evangelho, mas o pecado domina sobre quase tudo e sobre quase todos! Para os crentes só resta vigiar e glorificar ao único Deus, Jesus Cristo, o Deus rejeitado na cruz. Como Isaías, a Igreja de Jesus também está "emagrecendo", perdendo seus membros para a concupiscência do mundo e a soberba da vida, enquanto a hipocrisia, a falsidade e a perfídia alastram-se irremediavelmente sobre os corações humanos não convertidos. Mas Isaías anuncia o fim de tudo isso e a chegada do dia em que Deus descerá para fazer juízo contra vivos e mortos, lançando-os na segunda morte, no lago de fogo. Isso tudo só verá, com seus próprios olhos, a Igreja Noiva de Cristo, que foi remida pelo sangue do Cordeiro, derramado no Calvário para nossa Salvação. Quanto aos demais, sofrerão as consequências da vida louca em que viveram atolados e da qual relutaram em se libertar: o lamaçal do pecado. Fica para nós, de Isaías, o alerta, que soa já mui alto: O fim vem!- Pr. W. Cipriano
by; Janio Ires
Nota-se a terra cambaleando como um ébrio, pronta a cair prostrada, revelando um mundo embrigado em fantasias e ilusões, perto de cair no mais profundo abismo. Lentamente as desolações esvaziarão e transtornarão a terra, que perderá gradualmente suas forças... A explicação divina aponta a humanidade como culpada pelo desprezo dedicado à obra salvadora de Jesus Cristo, quebrando a aliança eterna, que diz: Quem crer e for batizado, será salvo. Quase já não há arrependimento nem transformação de vidas pelo Evangelho, mas o pecado domina sobre quase tudo e sobre quase todos! Para os crentes só resta vigiar e glorificar ao único Deus, Jesus Cristo, o Deus rejeitado na cruz. Como Isaías, a Igreja de Jesus também está "emagrecendo", perdendo seus membros para a concupiscência do mundo e a soberba da vida, enquanto a hipocrisia, a falsidade e a perfídia alastram-se irremediavelmente sobre os corações humanos não convertidos. Mas Isaías anuncia o fim de tudo isso e a chegada do dia em que Deus descerá para fazer juízo contra vivos e mortos, lançando-os na segunda morte, no lago de fogo. Isso tudo só verá, com seus próprios olhos, a Igreja Noiva de Cristo, que foi remida pelo sangue do Cordeiro, derramado no Calvário para nossa Salvação. Quanto aos demais, sofrerão as consequências da vida louca em que viveram atolados e da qual relutaram em se libertar: o lamaçal do pecado. Fica para nós, de Isaías, o alerta, que soa já mui alto: O fim vem!- Pr. W. Cipriano
by; Janio Ires
domingo, 6 de fevereiro de 2011
FAÇA A PERGUNTA CERTA E OBTENHA A RESPOSTA CERTA
FAÇA A PERGUNTA CERTA E OBTENHA A RESPOSTA CERTA
Frases de efeito que revelam a importância de se fazer à pergunta certa a si mesmo.
Constatei que a principal diferença entre as pessoas que pareciam ser bem-sucedidas -em qualquer área - e as que não alcançavam o sucesso era o fato de que as pessoas bem-sucedidas faziam melhores perguntas, e assim obtinham melhores respostas. Obtinham respostas que lhes proporcionavam o poder de saber exatamente o que fazer em qualquer situação, a fim de alcançar os resultados desejados.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Perguntas de qualidade criam uma vida de qualidade. Você precisa gravar essa idéia no cérebro. (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Lembre-se: peça e receberá. Se fizer uma pergunta terrível, terá uma resposta terrível. Seu computador mental está sempre pronto a servi-lo, e a qualquer pergunta que lhe fizer pode estar certo de que obterá uma resposta. Portanto, se você pergunta "Por que nunca consigo ter sucesso?", o cérebro vai responder... mesmo que tenha de inventar alguma coisa. Pode dar uma resposta como "Porque você é idiota", ou "Porque você não merece se sair bem".
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Em meados dos anos setenta, quando a cidade de Nova York enfrentava a ameaça de falência, e a maioria dos incorporadores se afligia, indagando "Como vamos sobreviver se esta cidade afundar?", Trump fez uma pergunta diferente: "Como posso enriquecer enquanto todos os outros estão com medo?" Essa pergunta ajudou a moldar muitas de suas decisões de investimentos, e levou-o com certeza à sua posição de predominância econômica.(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Há uma grande diferença entre uma afirmação e uma pergunta. Quando você diz para si mesmo "Eu sou feliz; eu sou feliz; eu sou feliz", isso pode levá-lo a se sentir feliz, se produzir bastante intensidade emocional, mudar sua fisiologia, e por conseguinte seu estado. Na realidade, você pode fazer afirmações durante o dia inteiro, conseguir mudar como se sente. O que realmente mudará a maneira como se sente é perguntar. "Com o que sou feliz agora? Com que poderia me sentir feliz, se quisesse? Como isso me faria sentir?" Se você continuar a fazer perguntas assim, encontrará referências concretas, que o levarão a começar a focalizar as razões que existem de fato para que se sinta feliz. Terá certeza que é feliz.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Se você faz perguntas como "Quais são as lembranças mais apreciadas?", ou "O que é realmente maravilhoso em minha vida neste momento?", e se for capaz de pensar a sério na pergunta, começará a pensar nas experiências que o fazem se sentir fenomenal. E nesse estado emocional fenomenal, você não apenas se sentirá melhor, mas também será capaz de contribuir mais para as pessoas ao seu redor.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Faça a si mesmo, neste exato momento, algumas perguntas fortalecedoras. Com que se sente realmente feliz em sua vida agora? O que é maravilhoso em sua vida hoje? Pelo que se sente sinceramente agradecido? Tire um momento para pensar nas respostas, e verifique como é bom sentir que sabe que tem razões legítimas para se sentir bem agora. (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Aprender a controlar conscientemente as perguntas que você faz o aproximará ainda mais do seu supremo destino, mais do que qualquer outra coisa que eu conheça. Muitas vezes nossos recursos são limitados apenas pelas perguntas que nos fazemos.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Uma metáfora que uso às vezes é a de que a vida não passa de um jogo em que todas as respostas existem... você só precisa encontrar as perguntas certas para vencer.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
pot by: Janio Ires
Frases de efeito que revelam a importância de se fazer à pergunta certa a si mesmo.
Constatei que a principal diferença entre as pessoas que pareciam ser bem-sucedidas -em qualquer área - e as que não alcançavam o sucesso era o fato de que as pessoas bem-sucedidas faziam melhores perguntas, e assim obtinham melhores respostas. Obtinham respostas que lhes proporcionavam o poder de saber exatamente o que fazer em qualquer situação, a fim de alcançar os resultados desejados.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Perguntas de qualidade criam uma vida de qualidade. Você precisa gravar essa idéia no cérebro. (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Lembre-se: peça e receberá. Se fizer uma pergunta terrível, terá uma resposta terrível. Seu computador mental está sempre pronto a servi-lo, e a qualquer pergunta que lhe fizer pode estar certo de que obterá uma resposta. Portanto, se você pergunta "Por que nunca consigo ter sucesso?", o cérebro vai responder... mesmo que tenha de inventar alguma coisa. Pode dar uma resposta como "Porque você é idiota", ou "Porque você não merece se sair bem".
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Em meados dos anos setenta, quando a cidade de Nova York enfrentava a ameaça de falência, e a maioria dos incorporadores se afligia, indagando "Como vamos sobreviver se esta cidade afundar?", Trump fez uma pergunta diferente: "Como posso enriquecer enquanto todos os outros estão com medo?" Essa pergunta ajudou a moldar muitas de suas decisões de investimentos, e levou-o com certeza à sua posição de predominância econômica.(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Há uma grande diferença entre uma afirmação e uma pergunta. Quando você diz para si mesmo "Eu sou feliz; eu sou feliz; eu sou feliz", isso pode levá-lo a se sentir feliz, se produzir bastante intensidade emocional, mudar sua fisiologia, e por conseguinte seu estado. Na realidade, você pode fazer afirmações durante o dia inteiro, conseguir mudar como se sente. O que realmente mudará a maneira como se sente é perguntar. "Com o que sou feliz agora? Com que poderia me sentir feliz, se quisesse? Como isso me faria sentir?" Se você continuar a fazer perguntas assim, encontrará referências concretas, que o levarão a começar a focalizar as razões que existem de fato para que se sinta feliz. Terá certeza que é feliz.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Se você faz perguntas como "Quais são as lembranças mais apreciadas?", ou "O que é realmente maravilhoso em minha vida neste momento?", e se for capaz de pensar a sério na pergunta, começará a pensar nas experiências que o fazem se sentir fenomenal. E nesse estado emocional fenomenal, você não apenas se sentirá melhor, mas também será capaz de contribuir mais para as pessoas ao seu redor.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Faça a si mesmo, neste exato momento, algumas perguntas fortalecedoras. Com que se sente realmente feliz em sua vida agora? O que é maravilhoso em sua vida hoje? Pelo que se sente sinceramente agradecido? Tire um momento para pensar nas respostas, e verifique como é bom sentir que sabe que tem razões legítimas para se sentir bem agora. (Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Aprender a controlar conscientemente as perguntas que você faz o aproximará ainda mais do seu supremo destino, mais do que qualquer outra coisa que eu conheça. Muitas vezes nossos recursos são limitados apenas pelas perguntas que nos fazemos.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
Uma metáfora que uso às vezes é a de que a vida não passa de um jogo em que todas as respostas existem... você só precisa encontrar as perguntas certas para vencer.
(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)
pot by: Janio Ires
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Historicidade de Israel
Israel Historico-politico.
A criação do Estado de Israel ocorre em 1948, na Palestina, com o retorno dos judeus ao território de onde tinham sido expulsos 2 mil anos antes. Como idioma, retoma-se o hebraico, até então apenas utilizado em cerimônias religiosas.
A sua fundação gera uma das mais importantes disputas territoriais do mundo, que hoje é motivo de complexas negociações de paz, com os palestinos, habitantes da região, e com os Estados árabes vizinhos. Apesar do território em grande parte árido, Israel desenvolve uma agricultura moderna, com o apoio de avançada tecnologia, capaz de exportar frutas e verduras. Conta também com uma indústria de ponta. Mas, mesmo dispondo da economia mais desenvolvida do Oriente Médio, Israel depende muito da ajuda financeira e bélica do seu principal aliado, os Estados Unidos.
Fatos Históricos – O primeiro Estado judeu surge na Palestina com o reinado de Davi, por volta de 1.000 a.C. Alcança o seu apogeu sob as ordens de Salomão, o Justo, que governa de 966 a.C. a 926 a.C. Com a morte deste soberano, um período de crise coloca em cheque a sobrevivência da própria nação judáica, possibilitando a sua conquista por vários povos (babilônios, assírios, persas, gregos e romanos). A última revolta judia contra o domínio de Roma dá-se em 135 da era cristã. Jerusalém é destruída pelo general romano Tito, em 70 d.C. Expulsos do seu território, os judeus dispersam-se pelo mundo (a Diáspora).
Em 636, os árabes ocupam a Palestina e convertem a maioria dos seus habitantes ao Islã . Após sucessivas invasões, que incluem as dos cruzados, a Palestina é dominada pelos turcos e incorporada ao Império Turco-Otomano por um longo período, de 1517 a 1917.
Sionismo – O atual Estado de Israel tem sua origem no sionismo (de Sion, colina da antiga Jerusalém), movimento surgido na Europa, no século XIX, que prega a criação de um país livre e sem perseguições aos judeus. Seu ideólogo, Theodor Herzl, organiza o primeiro congresso sionista na Basiléia, Suíça , que aprova a formação de um Estado judeu na Palestina, berço do judaísmo. Colonos judeus da Europa Oriental, onde o anti-semitismo é mais intenso, começam a se instalar na região, de população árabe majoritária. E, em 1909, criam o primeiro kibutz (exploração agrícola, de caráter comunitário).
A Palestina é ocupada pelo Reino Unido durante a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), com a retirada dos turcos. Em 1917, o chanceler britânico, Arthur Balfour, declara o apoio do seu país ao estabelecimento de um lar nacional dos judeus na Palestina, sob a condição de serem respeitados os direitos das comunidades não-judias ali existentes. Três anos mais tarde, o Reino Unido recebe um mandato da Liga das Nações para administrar a Palestina. Mas, sob a égide britânica, agravam-se os conflitos entre as comunidades árabes e as colônias judias. A razão é simples: boa parte das terras férteis da região encontra-se controlada pelos judeus, à custa de fundos internacionais.
A perseguição aos judeus pelo regime nazista de Adolf Hitler a crise do Canal de Suez na Alemanha, a partir de 1933, intensifica a imigração para a Palestina. A administração britânica tenta conciliar os oponentes, limitando a entrada de judeus. Mas a leva de imigrantes continua, clandestina. No período de 1936 a 1939, uma guerra civil explode entre árabes e judeus, e coloca sob ameaça os interessse britânicos na região.
Durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), prosseguem as hostilidades na Palestina. Grupos armados sionistas transformam ingleses em alvos de ataques terroristas, uma vingança contra a política do Reino Unido, contrária à imigração dos judeus que tentam escapar ao genocídio nazista. Com o final da guerra, a notícia do extermínio de cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, o Holocausto, aumenta o apoio internacional à criação de um Estado judaico.
Partilha da Palestina – Encerrado o conflito mundial, os ingleses retiram-se e delegam à Organização das Nações Unidas (ONU ) a tarefa de solucionar os problemas da região. Sem uma consulta prévia dos árabes palestinos, em 1947 a ONU vota a favor da divisão da Palestina em dois Estados: um para os judeus e outro para os árabes palestinos. Estes rejeitam o plano de partilha, que favorece territorialmente os judeus.
Em 14 de maio de 1948, é proclamado o Estado de Israel, que conta com David Ben-Gurion como primeiro-ministro. Países árabes (Egito , Iraque , Síria e Jordânia ) enviam tropas para impedir a sua criação. A guerra termina em janeiro de 1949, com a vitória de Israel, que passa a controlar 75% do território da Palestina, um terço a mais do que a área destinada ao Estado judaico no plano da ONU. O restante da área palestina, denominado Cisjordânia, é incorporado à Jordânia. Intimidados, cerca de 800 mil árabes fogem de Israel.
Em janeiro de 1949, eleições parlamentares em Israel conduzem a um governo de coalizão. Chaim Weizmann é eleito presidente e David Ben-Gurion, do Partido Trabalhista, permanece como primeiro-ministro. São aprovadas leis para assegurar o controle religioso e educacional, além do Direito de Retorno a Israel para todos os judeus. Com a chegada maciça de judeus do Leste Europeu, do Oriente Médio e do norte da África, cresce a população do país. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares de dinheiro.
Em 1956, Israel aproveita a crise do Canal de Suez e alia-se à França e ao Reino Unido para atacar o Egito na Península do Sinai e na Faixa de Gaza. Por intervenção da ONU, e sob pressão dos EUA e da URSS, Israel retira-se da região. Ben-Gurion deixa o governo em 1963; é sucedido por Levi Eshkol, também do Partido Trabalhista. Em 1964, uma reunião de chefes de Estado árabes, no Cairo, cria a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
Guerras – Tendo como pretexto a atividade guerrilheira da OLP, Israel lança um ataque preventivo contra o Egito, a Síria e a Jordânia, em 5 de junho de 1967. O episódio, conhecido como a Guerra dos Seis Dias, termina em 10 de junho, com a vitória de Israel e a sua conquista do Sinai, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia, das Colinas de Golã , na Síria, e da zona oriental de Jerusalém, que é imediatamente anexada ao Estado israelense. O primeiro-ministro Eshkol morre em 1969 e é substituído por Golda Meir, do Partido Trabalhista.
O terrorismo palestino contra Israel intensifica-se a partir da eleição para a presidência da OLP, em 1969, de Yasser Arafat , chefe da organização guerrilheira Al Fatah. Em represália, a aviação israelense faz constantes bombardeios na Síria e no Líbano , onde a OLP mantém bases militares.
Uma nova guerra eclode em 6 de outubro de 1973, exatamente o feriado judaico do Yom Kipur (Dia do Perdão, festa móvel). Num ataque-surpresa, o Egito e a Síria avançam no Sinai e em Golã, mas são repelidos dias depois. Os EUA e a URSS obrigam Israel a interromper a contra-ofensiva e a assinar um cessar-fogo. Árabes descobrem no petróleo uma arma de guerra: através da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), boicotam o fornecimento aos países que apóiam Israel e provocam pânico mundial com o aumento de preços dos seus derivados.
Golda Meir deixa o governo em 1974 e é substituída pelo trabalhista Yitzhak Rabin. Em outubro, países árabes, reunidos em Rabat, no Marrocos, reconhecem a OLP como único representante do povo palestino.
Em maio de 1977, a coligação conservadora Likud ganha as eleições, depois de três décadas de hegemonia trabalhista. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, estimula a instalação de colonos israelenses nos territórios árabes ocupados durante a Guerra dos Seis Dias. Em novembro, o presidente egípcio Anuar Sadat faz uma visita a Jerusalém, o que é compreendido como um tácito reconhecimento do Estado de Israel. A iniciativa abre caminho para os acordos de Camp David, nos EUA (1978), assinados por Begin e Sadat , com a mediação do presidente americano Jimmy Carter. Além de estabelecer a paz entre Israel e Egito, firma o compromisso israelense de negociar a autonomia dos territórios palestinos. Israel inicia a retirada do Sinai, que é devolvido ao Egito em 1982. A retaliação do mundo árabe faz-se sentir, com o repúdio dos acordos de Camp David e a expulsão do Egito da Liga Árabe.
Invasão ao Líbano – Os sucessivos ataques de guerrilheiros palestinos a partir da fronteira norte induzem o Exército israelense a invadir o Líbano , em junho de 1982. Os israelenses cercam Beirute, onde acusam estar instalado o quartel-general da OLP. Cortam água e eletricidade, uma ação destrutiva que atinge especialmente os civis. Um acordo obtido por americanos, europeus e árabes sauditas permite, porém, que a OLP deixe Beirute.
Em 16 de setembro de 1982, milicianos cristãos libaneses, aliados de Israel, massacram milhares de palestinos nos campos de refugiados de Sabra e Chatila, em Beirute, operação vingativa dos cristãos contra o atentado que matara, dois dias antes, Bechir Gemayel, o recém-eleito presidente libanês. Uma investigação oficial do governo de Israel aponta os seus chefes militares no Líbano como culpados por negligência. Em 1983, tropas israelenses retiram-se do sul do Líbano, palco de ataques freqüentes dos xiitas libaneses. Mas a retirada israelense só se completa em 1985, mantendo ainda controle de uma estreita faixa de território próxima à fronteira.
Begin, que renuncia em 1983, é substituído por Yitzhak Shamir, do Likud. Novas eleições, em 1984, terminam empatadas entre o Likud e os trabalhistas; o impasse é resolvido por um acordo que estabelece o revezamento no cargo de primeiro-ministro entre os líderes dos dois partidos. O trabalhista Shimon Peres governa até 1986, e o conservador Shamir, nos dois anos seguintes. Arafat, em aliança com o rei da Jordânia, Hussein, propõe a paz a Israel, em 1985, em troca da retirada israelense das regiões ocupadas. Os judeus recusam a oferta, prosseguindo com a política de colonização e ocupação militar.
Intifada – Em 9 de dezembro de 1987, eclode a rebelião palestina nos territórios ocupados, conhecida como Intifada. A revolta popular alastra-se até o setor árabe de Jerusalém. Israel reprime com brutalidade, sofrendo severa condenação do Conselho de Segurança da ONU. A opinão pública começa a se tornar favorável à OLP. Entretanto, as eleições israelenses de 1988 resultam num novo governo de coalizão, em que Shamir é o primeiro-ministro.
Na falta de negociações sobre o futuro dos territórios palestinos ocupados, a Jordânia renuncia à reivindicação de soberania sobre a Cisjordânia, reforçando a posição palestina. Israel começa a receber a imigração maciça de judeus da União Soviética em desagregação.
Divergências quanto à colonização dos territórios ocupados provocam o rompimento da coligação Likud-trabalhistas em Israel. Shamir forma um novo governo conservador, em aliança com pequenos partidos religiosos, no início de 1990. Os EUA pressionam Israel para suspender a instalação de colônias judaicas na Cisjordânia e negociar com os palestinos. Shamir rejeita o arranjo americano. Em outubro, a polícia israelense massacra 17 manifestantes palestinos na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém.
Em janeiro de 1991, durante a Guerra do Golfo (1990/91), Israel é bombardeado com mísseis Scud, lançados pelo Iraque. O objetivo do dirigente iraquiano Saddam Hussein era o de forçar a entrada de Israel no conflito, o que colocaria em risco a aliança entre os EUA e os regimes árabes conservadores, hostis a Israel. O governo norte-americano pede ao governo israelense para não revidar o ataque iraquiano. Israel consente e recebe dos EUA modernos foguetes antimísseis Patriot, usados com êxito parcial na destruição dos Scuds iraquianos.
Acordo de paz – As pressões dos EUA por um acordo de paz entre Israel e seus vizinhos árabes intensificam-se após a Guerra do Golfo. Em outubro de 1991, realiza-se uma conferência "simbólica" árabe-israelense em Madri, na Espanha. Representantes palestinos participam como membros da delegação jordaniana, diante da recusa israelense em negociar com a OLP. Divergências sobre a autonomia palestina nos territórios ocupados provocam, contudo, o fracasso da reunião. Shamir rejeita o pedido americano de congelar a instalação de colônias na Cisjordânia e em Gaza. Os EUA retaliam, bloqueando um empréstimo de US$ 10 bilhões, destinado à construção de moradias para os imigrantes da antiga URSS em Israel.
O impasse começa a ser rompido com a vitória, nas eleições de junho de 1992, dos trabalhistas liderados por Rabin, que defende negociações com os palestinos com base no princípio de "terra em troca de paz". O novo primeiro-ministro anuncia o congelamento parcial da construção de casas judias nos territórios ocupados. Os EUA desbloqueiam o empréstimo.
Em setembro de 1993, após meses de negociações secretas na Noruega, o governo israelense e a OLP assinam um acordo de paz, em Washington. O acordo prevê a instalação, por cinco anos, de um regime de autonomia limitada para os palestinos, inicialmente na Faixa de Gaza e na cidade de Jericó e, mais tarde, em toda a Cisjordânia. Determina ainda a retirada das tropas israelenses dos territórios, em que o policiamento passa a ser feito por uma força palestina.
Em 1994, Israel e OLP levam adiante as negociações sobre a autonomia palestina na Cisjordânia. Entretanto, em fevereiro, um colono judeu extremista, Baruch Goldstein, mata a tiros 30 palestinos no Túmulo dos Patriarcas, em Hebron. Em protesto, a OLP retira-se das negociações. Em outubro, um militante-suicida do grupo extremista islâmico Hamas, que se opõe à paz com Israel, detona uma bomba num ônibus em Telavive, matando 22 pessoas. Porém, a assinatura de um acordo de paz entre Israel e Jordânia, em 26 de outubro de 1994, reforça o cenário de distensão no Oriente Médio , após décadas de conflito árabe-israelense.
No início de 1995, dois suicidas do Hamas explodem bombas num ponto de ônibus em Netanya. Morrem 21 judeus. É o mais sério contratempo às negociações de paz na região. Em resposta, o governo israelense fecha a fronteira, impedindo milhares de palestinos de ir trabalhar no país. Em março, Israel e a OLP retomam as negociações.
Em abril, o tribunal militar da Autonomia Palestina condena, pela primeira vez, integrantes do Hamas por "treinamento militar ilegal". Em 21 de agosto de 1995, realiza um novo ataque suicida contra um ônibus em Jerusalém. Cinco pessoas morrem e o governo israelense fecha novamente as fronteiras. As negociações sobre a Cisjordânia avançam, apesar da questão das colônias judias em Hebron, ponto de honra para Israel, e da libertação de 6 mil prisioneiros palestinos, exigida pela OLP. Finalmente, em 24 de setembro, Israel e OLP firmam o acordo de autonomia à Palestina inteira, após Israel ter assegurado a sua presença militar, em caráter provisório, em Hebron, para proteger os colonos judeus. Rabin afirma que o seu objetivo é "promover uma separação definitiva dos dois povos".
Entretanto, em 4 de novembro de 1995, logo após o encerramento de uma grande manifestação em favor da paz, em Telavive, o primeiro-ministro Yitzhak Rabin é assassinado por um extremista da direita israelense, Yigal Amir, de 25 anos. Ao ser preso, Amir, que pertence ao Eyal (Força Judaica Combatente), diz que Rabin era um "traidor do ideal judaico" por devolver terras ocupadas aos palestinos. O governo de Shimon Peres ordena a prisão de radicais religiosos no país.
Dados gerais
Nome oficial: Estado de Israel (Medinat Yisrael)
Nacionalidade: israelense
Capital: Telaviv (sede da maioria das embaixadas estrangeiras), Jerusalém (não reconhecida pela ONU)
Idioma: hebreu (oficial), árabe, línguas européias
Religião: judaísmo, islamismo, cristianismo
Área: 21.946 km²
Localização: oeste da Ásia
Limites: Líbano (N), Síria (NE), Golfo de Ácaba (S), Mar Morto e Jordânia (L), Egito e Mar Mediterrâneo (O)
Características: Deserto do Negev (50% do território), região montanhosa (N), planície costeira (centro)
Clima: mediterrâneo
Hora local (em relação a Brasília): +5h
População (1995): 5,6 milhões hab.
Densidade demográfica (hab./km²): 255,17 hab.
Crescimento demográfico: 1,5%
População no ano de 2025: 7,8 milhões hab.
Natalidade (por 1.000 hab.): 21
Mortalidade infantil (por 1.000 hab.): 8
Fertilidade (nº de filhos por mulher): 2,77
Expectativa de vida (H/M): 75,4/79,2
Regime de governo: república parlamentarista
Divisão administrativa: 6 distritos, 31 municipalidades, 115 conselhos locais e 49 regionais
Chefe de Estado: presidente Ezer Weizmann (desde 1993)
Chefe de governo: primeiro-ministro Yitzhak Rabin (de fevereiro de 1992 a novembro de 1995), Shimon Peres (desde novembro de 1995)
Principais partidos: Trabalhista, Likud, Meretz (coalizão), Shas (religioso)
Organização do Legislativo: unicameral – Assembléia, com 120 membros eleitos por voto direto para mandatos de 4 anos
Constituição em vigor: não há Constituição escrita
Moeda: shekel novo
Cotação (para 1 US$): 2,99 (1995)
PIB: US$ 69.739 milhões
PNB per capita: US$ 13.920
Agricultura: 9% do PIB
Indústria: 41% do PIB
Serviços: 50% do PIB
Inflação anual: 70,4%
Circulação de jornais (por 1.000 hab.): 247
Hino de Israel
Representação diplomática: SES – Avenida das Nações, lote 38, CEP 70424-900, Brasília, DF, tel. (061) 244-7675, fax (061) 244-6129
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A criação do Estado de Israel ocorre em 1948, na Palestina, com o retorno dos judeus ao território de onde tinham sido expulsos 2 mil anos antes. Como idioma, retoma-se o hebraico, até então apenas utilizado em cerimônias religiosas.
A sua fundação gera uma das mais importantes disputas territoriais do mundo, que hoje é motivo de complexas negociações de paz, com os palestinos, habitantes da região, e com os Estados árabes vizinhos. Apesar do território em grande parte árido, Israel desenvolve uma agricultura moderna, com o apoio de avançada tecnologia, capaz de exportar frutas e verduras. Conta também com uma indústria de ponta. Mas, mesmo dispondo da economia mais desenvolvida do Oriente Médio, Israel depende muito da ajuda financeira e bélica do seu principal aliado, os Estados Unidos.
Fatos Históricos – O primeiro Estado judeu surge na Palestina com o reinado de Davi, por volta de 1.000 a.C. Alcança o seu apogeu sob as ordens de Salomão, o Justo, que governa de 966 a.C. a 926 a.C. Com a morte deste soberano, um período de crise coloca em cheque a sobrevivência da própria nação judáica, possibilitando a sua conquista por vários povos (babilônios, assírios, persas, gregos e romanos). A última revolta judia contra o domínio de Roma dá-se em 135 da era cristã. Jerusalém é destruída pelo general romano Tito, em 70 d.C. Expulsos do seu território, os judeus dispersam-se pelo mundo (a Diáspora).
Em 636, os árabes ocupam a Palestina e convertem a maioria dos seus habitantes ao Islã . Após sucessivas invasões, que incluem as dos cruzados, a Palestina é dominada pelos turcos e incorporada ao Império Turco-Otomano por um longo período, de 1517 a 1917.
Sionismo – O atual Estado de Israel tem sua origem no sionismo (de Sion, colina da antiga Jerusalém), movimento surgido na Europa, no século XIX, que prega a criação de um país livre e sem perseguições aos judeus. Seu ideólogo, Theodor Herzl, organiza o primeiro congresso sionista na Basiléia, Suíça , que aprova a formação de um Estado judeu na Palestina, berço do judaísmo. Colonos judeus da Europa Oriental, onde o anti-semitismo é mais intenso, começam a se instalar na região, de população árabe majoritária. E, em 1909, criam o primeiro kibutz (exploração agrícola, de caráter comunitário).
A Palestina é ocupada pelo Reino Unido durante a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), com a retirada dos turcos. Em 1917, o chanceler britânico, Arthur Balfour, declara o apoio do seu país ao estabelecimento de um lar nacional dos judeus na Palestina, sob a condição de serem respeitados os direitos das comunidades não-judias ali existentes. Três anos mais tarde, o Reino Unido recebe um mandato da Liga das Nações para administrar a Palestina. Mas, sob a égide britânica, agravam-se os conflitos entre as comunidades árabes e as colônias judias. A razão é simples: boa parte das terras férteis da região encontra-se controlada pelos judeus, à custa de fundos internacionais.
A perseguição aos judeus pelo regime nazista de Adolf Hitler a crise do Canal de Suez na Alemanha, a partir de 1933, intensifica a imigração para a Palestina. A administração britânica tenta conciliar os oponentes, limitando a entrada de judeus. Mas a leva de imigrantes continua, clandestina. No período de 1936 a 1939, uma guerra civil explode entre árabes e judeus, e coloca sob ameaça os interessse britânicos na região.
Durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), prosseguem as hostilidades na Palestina. Grupos armados sionistas transformam ingleses em alvos de ataques terroristas, uma vingança contra a política do Reino Unido, contrária à imigração dos judeus que tentam escapar ao genocídio nazista. Com o final da guerra, a notícia do extermínio de cerca de 6 milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, o Holocausto, aumenta o apoio internacional à criação de um Estado judaico.
Partilha da Palestina – Encerrado o conflito mundial, os ingleses retiram-se e delegam à Organização das Nações Unidas (ONU ) a tarefa de solucionar os problemas da região. Sem uma consulta prévia dos árabes palestinos, em 1947 a ONU vota a favor da divisão da Palestina em dois Estados: um para os judeus e outro para os árabes palestinos. Estes rejeitam o plano de partilha, que favorece territorialmente os judeus.
Em 14 de maio de 1948, é proclamado o Estado de Israel, que conta com David Ben-Gurion como primeiro-ministro. Países árabes (Egito , Iraque , Síria e Jordânia ) enviam tropas para impedir a sua criação. A guerra termina em janeiro de 1949, com a vitória de Israel, que passa a controlar 75% do território da Palestina, um terço a mais do que a área destinada ao Estado judaico no plano da ONU. O restante da área palestina, denominado Cisjordânia, é incorporado à Jordânia. Intimidados, cerca de 800 mil árabes fogem de Israel.
Em janeiro de 1949, eleições parlamentares em Israel conduzem a um governo de coalizão. Chaim Weizmann é eleito presidente e David Ben-Gurion, do Partido Trabalhista, permanece como primeiro-ministro. São aprovadas leis para assegurar o controle religioso e educacional, além do Direito de Retorno a Israel para todos os judeus. Com a chegada maciça de judeus do Leste Europeu, do Oriente Médio e do norte da África, cresce a população do país. A economia floresce com o apoio estrangeiro e remessas particulares de dinheiro.
Em 1956, Israel aproveita a crise do Canal de Suez e alia-se à França e ao Reino Unido para atacar o Egito na Península do Sinai e na Faixa de Gaza. Por intervenção da ONU, e sob pressão dos EUA e da URSS, Israel retira-se da região. Ben-Gurion deixa o governo em 1963; é sucedido por Levi Eshkol, também do Partido Trabalhista. Em 1964, uma reunião de chefes de Estado árabes, no Cairo, cria a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
Guerras – Tendo como pretexto a atividade guerrilheira da OLP, Israel lança um ataque preventivo contra o Egito, a Síria e a Jordânia, em 5 de junho de 1967. O episódio, conhecido como a Guerra dos Seis Dias, termina em 10 de junho, com a vitória de Israel e a sua conquista do Sinai, da Faixa de Gaza, da Cisjordânia, das Colinas de Golã , na Síria, e da zona oriental de Jerusalém, que é imediatamente anexada ao Estado israelense. O primeiro-ministro Eshkol morre em 1969 e é substituído por Golda Meir, do Partido Trabalhista.
O terrorismo palestino contra Israel intensifica-se a partir da eleição para a presidência da OLP, em 1969, de Yasser Arafat , chefe da organização guerrilheira Al Fatah. Em represália, a aviação israelense faz constantes bombardeios na Síria e no Líbano , onde a OLP mantém bases militares.
Uma nova guerra eclode em 6 de outubro de 1973, exatamente o feriado judaico do Yom Kipur (Dia do Perdão, festa móvel). Num ataque-surpresa, o Egito e a Síria avançam no Sinai e em Golã, mas são repelidos dias depois. Os EUA e a URSS obrigam Israel a interromper a contra-ofensiva e a assinar um cessar-fogo. Árabes descobrem no petróleo uma arma de guerra: através da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), boicotam o fornecimento aos países que apóiam Israel e provocam pânico mundial com o aumento de preços dos seus derivados.
Golda Meir deixa o governo em 1974 e é substituída pelo trabalhista Yitzhak Rabin. Em outubro, países árabes, reunidos em Rabat, no Marrocos, reconhecem a OLP como único representante do povo palestino.
Em maio de 1977, a coligação conservadora Likud ganha as eleições, depois de três décadas de hegemonia trabalhista. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, estimula a instalação de colonos israelenses nos territórios árabes ocupados durante a Guerra dos Seis Dias. Em novembro, o presidente egípcio Anuar Sadat faz uma visita a Jerusalém, o que é compreendido como um tácito reconhecimento do Estado de Israel. A iniciativa abre caminho para os acordos de Camp David, nos EUA (1978), assinados por Begin e Sadat , com a mediação do presidente americano Jimmy Carter. Além de estabelecer a paz entre Israel e Egito, firma o compromisso israelense de negociar a autonomia dos territórios palestinos. Israel inicia a retirada do Sinai, que é devolvido ao Egito em 1982. A retaliação do mundo árabe faz-se sentir, com o repúdio dos acordos de Camp David e a expulsão do Egito da Liga Árabe.
Invasão ao Líbano – Os sucessivos ataques de guerrilheiros palestinos a partir da fronteira norte induzem o Exército israelense a invadir o Líbano , em junho de 1982. Os israelenses cercam Beirute, onde acusam estar instalado o quartel-general da OLP. Cortam água e eletricidade, uma ação destrutiva que atinge especialmente os civis. Um acordo obtido por americanos, europeus e árabes sauditas permite, porém, que a OLP deixe Beirute.
Em 16 de setembro de 1982, milicianos cristãos libaneses, aliados de Israel, massacram milhares de palestinos nos campos de refugiados de Sabra e Chatila, em Beirute, operação vingativa dos cristãos contra o atentado que matara, dois dias antes, Bechir Gemayel, o recém-eleito presidente libanês. Uma investigação oficial do governo de Israel aponta os seus chefes militares no Líbano como culpados por negligência. Em 1983, tropas israelenses retiram-se do sul do Líbano, palco de ataques freqüentes dos xiitas libaneses. Mas a retirada israelense só se completa em 1985, mantendo ainda controle de uma estreita faixa de território próxima à fronteira.
Begin, que renuncia em 1983, é substituído por Yitzhak Shamir, do Likud. Novas eleições, em 1984, terminam empatadas entre o Likud e os trabalhistas; o impasse é resolvido por um acordo que estabelece o revezamento no cargo de primeiro-ministro entre os líderes dos dois partidos. O trabalhista Shimon Peres governa até 1986, e o conservador Shamir, nos dois anos seguintes. Arafat, em aliança com o rei da Jordânia, Hussein, propõe a paz a Israel, em 1985, em troca da retirada israelense das regiões ocupadas. Os judeus recusam a oferta, prosseguindo com a política de colonização e ocupação militar.
Intifada – Em 9 de dezembro de 1987, eclode a rebelião palestina nos territórios ocupados, conhecida como Intifada. A revolta popular alastra-se até o setor árabe de Jerusalém. Israel reprime com brutalidade, sofrendo severa condenação do Conselho de Segurança da ONU. A opinão pública começa a se tornar favorável à OLP. Entretanto, as eleições israelenses de 1988 resultam num novo governo de coalizão, em que Shamir é o primeiro-ministro.
Na falta de negociações sobre o futuro dos territórios palestinos ocupados, a Jordânia renuncia à reivindicação de soberania sobre a Cisjordânia, reforçando a posição palestina. Israel começa a receber a imigração maciça de judeus da União Soviética em desagregação.
Divergências quanto à colonização dos territórios ocupados provocam o rompimento da coligação Likud-trabalhistas em Israel. Shamir forma um novo governo conservador, em aliança com pequenos partidos religiosos, no início de 1990. Os EUA pressionam Israel para suspender a instalação de colônias judaicas na Cisjordânia e negociar com os palestinos. Shamir rejeita o arranjo americano. Em outubro, a polícia israelense massacra 17 manifestantes palestinos na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém.
Em janeiro de 1991, durante a Guerra do Golfo (1990/91), Israel é bombardeado com mísseis Scud, lançados pelo Iraque. O objetivo do dirigente iraquiano Saddam Hussein era o de forçar a entrada de Israel no conflito, o que colocaria em risco a aliança entre os EUA e os regimes árabes conservadores, hostis a Israel. O governo norte-americano pede ao governo israelense para não revidar o ataque iraquiano. Israel consente e recebe dos EUA modernos foguetes antimísseis Patriot, usados com êxito parcial na destruição dos Scuds iraquianos.
Acordo de paz – As pressões dos EUA por um acordo de paz entre Israel e seus vizinhos árabes intensificam-se após a Guerra do Golfo. Em outubro de 1991, realiza-se uma conferência "simbólica" árabe-israelense em Madri, na Espanha. Representantes palestinos participam como membros da delegação jordaniana, diante da recusa israelense em negociar com a OLP. Divergências sobre a autonomia palestina nos territórios ocupados provocam, contudo, o fracasso da reunião. Shamir rejeita o pedido americano de congelar a instalação de colônias na Cisjordânia e em Gaza. Os EUA retaliam, bloqueando um empréstimo de US$ 10 bilhões, destinado à construção de moradias para os imigrantes da antiga URSS em Israel.
O impasse começa a ser rompido com a vitória, nas eleições de junho de 1992, dos trabalhistas liderados por Rabin, que defende negociações com os palestinos com base no princípio de "terra em troca de paz". O novo primeiro-ministro anuncia o congelamento parcial da construção de casas judias nos territórios ocupados. Os EUA desbloqueiam o empréstimo.
Em setembro de 1993, após meses de negociações secretas na Noruega, o governo israelense e a OLP assinam um acordo de paz, em Washington. O acordo prevê a instalação, por cinco anos, de um regime de autonomia limitada para os palestinos, inicialmente na Faixa de Gaza e na cidade de Jericó e, mais tarde, em toda a Cisjordânia. Determina ainda a retirada das tropas israelenses dos territórios, em que o policiamento passa a ser feito por uma força palestina.
Em 1994, Israel e OLP levam adiante as negociações sobre a autonomia palestina na Cisjordânia. Entretanto, em fevereiro, um colono judeu extremista, Baruch Goldstein, mata a tiros 30 palestinos no Túmulo dos Patriarcas, em Hebron. Em protesto, a OLP retira-se das negociações. Em outubro, um militante-suicida do grupo extremista islâmico Hamas, que se opõe à paz com Israel, detona uma bomba num ônibus em Telavive, matando 22 pessoas. Porém, a assinatura de um acordo de paz entre Israel e Jordânia, em 26 de outubro de 1994, reforça o cenário de distensão no Oriente Médio , após décadas de conflito árabe-israelense.
No início de 1995, dois suicidas do Hamas explodem bombas num ponto de ônibus em Netanya. Morrem 21 judeus. É o mais sério contratempo às negociações de paz na região. Em resposta, o governo israelense fecha a fronteira, impedindo milhares de palestinos de ir trabalhar no país. Em março, Israel e a OLP retomam as negociações.
Em abril, o tribunal militar da Autonomia Palestina condena, pela primeira vez, integrantes do Hamas por "treinamento militar ilegal". Em 21 de agosto de 1995, realiza um novo ataque suicida contra um ônibus em Jerusalém. Cinco pessoas morrem e o governo israelense fecha novamente as fronteiras. As negociações sobre a Cisjordânia avançam, apesar da questão das colônias judias em Hebron, ponto de honra para Israel, e da libertação de 6 mil prisioneiros palestinos, exigida pela OLP. Finalmente, em 24 de setembro, Israel e OLP firmam o acordo de autonomia à Palestina inteira, após Israel ter assegurado a sua presença militar, em caráter provisório, em Hebron, para proteger os colonos judeus. Rabin afirma que o seu objetivo é "promover uma separação definitiva dos dois povos".
Entretanto, em 4 de novembro de 1995, logo após o encerramento de uma grande manifestação em favor da paz, em Telavive, o primeiro-ministro Yitzhak Rabin é assassinado por um extremista da direita israelense, Yigal Amir, de 25 anos. Ao ser preso, Amir, que pertence ao Eyal (Força Judaica Combatente), diz que Rabin era um "traidor do ideal judaico" por devolver terras ocupadas aos palestinos. O governo de Shimon Peres ordena a prisão de radicais religiosos no país.
Dados gerais
Nome oficial: Estado de Israel (Medinat Yisrael)
Nacionalidade: israelense
Capital: Telaviv (sede da maioria das embaixadas estrangeiras), Jerusalém (não reconhecida pela ONU)
Idioma: hebreu (oficial), árabe, línguas européias
Religião: judaísmo, islamismo, cristianismo
Área: 21.946 km²
Localização: oeste da Ásia
Limites: Líbano (N), Síria (NE), Golfo de Ácaba (S), Mar Morto e Jordânia (L), Egito e Mar Mediterrâneo (O)
Características: Deserto do Negev (50% do território), região montanhosa (N), planície costeira (centro)
Clima: mediterrâneo
Hora local (em relação a Brasília): +5h
População (1995): 5,6 milhões hab.
Densidade demográfica (hab./km²): 255,17 hab.
Crescimento demográfico: 1,5%
População no ano de 2025: 7,8 milhões hab.
Natalidade (por 1.000 hab.): 21
Mortalidade infantil (por 1.000 hab.): 8
Fertilidade (nº de filhos por mulher): 2,77
Expectativa de vida (H/M): 75,4/79,2
Regime de governo: república parlamentarista
Divisão administrativa: 6 distritos, 31 municipalidades, 115 conselhos locais e 49 regionais
Chefe de Estado: presidente Ezer Weizmann (desde 1993)
Chefe de governo: primeiro-ministro Yitzhak Rabin (de fevereiro de 1992 a novembro de 1995), Shimon Peres (desde novembro de 1995)
Principais partidos: Trabalhista, Likud, Meretz (coalizão), Shas (religioso)
Organização do Legislativo: unicameral – Assembléia, com 120 membros eleitos por voto direto para mandatos de 4 anos
Constituição em vigor: não há Constituição escrita
Moeda: shekel novo
Cotação (para 1 US$): 2,99 (1995)
PIB: US$ 69.739 milhões
PNB per capita: US$ 13.920
Agricultura: 9% do PIB
Indústria: 41% do PIB
Serviços: 50% do PIB
Inflação anual: 70,4%
Circulação de jornais (por 1.000 hab.): 247
Hino de Israel
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Testimunho por: Haddon W. Robinson
Um caso de estudo sobre a tentação
Gênesis 3.1-6
Haddon W. Robinson
Há alguns meses recebi uma carta enviada por um detento numa penitenciária do Texas, cumprindo pena de dez a vinte anos por tentativa de estupro. O autor, um homem crente, solicitava que eu lhe enviasse um livro não disponível na biblioteca da prisão. Atendi com alegria o pedido, mas fiquei profundamente perturbado, pois, afinal de contas, aquele jovem havia sido meu aluno no seminário.
Após concluir os estudos e ter-se destacado por seus notáveis dons e grande visão da obra, pastoreou duas igrejas, às quais, sob a ótica humana, foram transformadas em congregações bem-sucedidas. Na segunda, que eu conhecia muito bem, o jovem ministro demonstrou ser muito eficiente no uso do dom de evangelista. Muitas pessoas foram salvas e tornaram-se membros da igreja como fruto do seu trabalho. Ele estudava as Escrituras com muita dedicação. Aqueles irmãos atestavam o seu bom testemunho como pastor. Quando se levantava para pregar, todos sentiam a presença viva de Deus em suas palavras. Como excelente discipulador, deixou sua marca nos homens da congregação. Era tão respeitado, que, quando o crime veio à tona e admitiu a culpa, a igreja levantou mais de 20 mil dólares para as despesas advocatícias. Agora é um presidiário numa penitenciária do Texas. A tentação veio sobre ele como densas trevas, lançando-o no fundo do abismo. Acabou com sua reputação, destruiu o seu ministério e, pior, maculou o testemunho de Cristo em sua cidade.
Ao ler a carta e ficar sabendo do que acontecera àquele seminarista, comecei a lutar contra todo tipo de questionamentos e chorei sob forte emoção. O que acontece na vida de uma pessoa para cometer um pecado assim? O que passou pela mente daquele homem? O que o levou a abandonar tantas coisas boas que a vida lhe oferecera?
Percebi, ao fazer essas perguntas, que eu não estava apenas indagando sobre as razões daquele rapaz, mas sobre a minha própria vida. Eu questionava a vida de homens e mulheres que se formaram num seminário teológico e que, por algum ato de desobediência, arruinaram o ministério ao qual se entregaram de corpo e alma. O que leva uma pessoa a hipotecar o seu ministério para pagar o alto preço do pecado? O que nos seduz à perdição?
É a questão que todos enfrentamos. Você é um crente e a tentação acompanha-o de perto, espreitando os seus movimentos em busca da circunstância ideal para lhe dar uma rasteira. Pelo menos alguma vez na vida você deve ter-se perguntado: Como age o tentador? Como se aproxima de nós? Que artimanha usa para nos destruir? Aqui, no princípio de todas as coisas, encontramos um tema que surge e ressurge em toda a Bíblia: o pecado e o seu poder destruidor.
Gênesis 3 registra o episódio da tentação, um caso de estudo, já que este é um tema sempre atual. Quando você estuda um caso, não se preocupa com as variantes independentes e se apega apenas ao episódio. Eva, ao ser abordada pelo tentador, vivia num ambiente totalmente distinto deste em que vivemos; algumas coisas verdadeiras para com ela não o são para nós. Por exemplo, o sangue que corria em suas veias não estava contaminado. Não possuía, também, um passado sobre o qual pudesse jogar a culpa pelo pecado. Ela e Adão foram criados diretamente por Deus, que declarou a criação do gênero humano como algo muito bom. Diferentemente de certas pessoas hoje, Adão e Eva não foram amaldiçoados quando nasceram. E mais: nossos primeiros pais viviam num ambiente de plena perfeição. Nada os afastaria de Deus, pois a atmosfera que os cercava era pura. Eva foi criada no amanhecer da criação. Uma obra perfeita do Criador. Não herdara um passado pecaminoso, nem habitava num ambiente selvagem. Temos, portanto, um caso de estudo sobre a tentação.
Analisando a maneira como o tentador se aproxima de Eva, percebemos que a velha história registrada na Bíblia repete-se nas tentações que você enfrentou ontem à noite, que o assediam hoje de manhã, que o perseguem em seu escritório, em sua casa, no ministério, em sua vida. O cenário é outro, mas a metodologia não mudou. É a mesma.
Ao ler o relato bíblico uma coisa fica evidente: quando o tentador chega, vem sempre disfarçado. O escritor de Gênesis deixa claro que "a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito". É óbvio que, ao se aproximar, a serpente não aparece com cara de monstro. Esse fato ocorreu antes de ser amaldiçoada. Só depois de sofrer o juízo divino começou a rastejar sobre a terra. Satanás não se apresenta na forma de uma serpente "moderna", sacudindo o guizo para avisar do perigo iminente. Nada indica no texto que Eva tenha ficado alarmada.
Quando Satanás se aproxima de você, não vem na forma de uma serpente preparada para dar o bote ou rugindo como leão. Não vem alardeando com o barulho de uma sirene, nem tampouco acenando uma bandeira vermelha, sinal indicativo de perigo. Satanás simplesmente desliza-se sobre você. Aparece como se fosse uma companhia agradável, um grande amigo. Nada há em sua aparência que deixe você morrendo de medo. O Novo Testamento adverte que ele se apresenta como anjo de luz, servo de Deus e ministro da justiça. Uma coisa é certa: quando o inimigo ataca, aparece sempre com disfarces. É o que afirma Mefistófeles em Fausto: "As pessoas não sabem que o diabo está ali, mesmo que as esteja aprisionando pela garganta".
Não apenas se apresenta sob disfarce; Satanás disfarça, também, suas intenções. Ele não sussurra para Eva: "Vim aqui lhe tentar". Tudo o que deseja é conversar sobre religião. Quer bater um papo sobre teologia, e não pretende falar sobre pecado. Ele inicia o diálogo perguntando: "É verdade que Deus disse a você que não coma de todas as árvores do jardim?" Não há como contra-argumentar; o inimigo quer apenas um esclarecimento. "Veja, quero ter certeza de que a exegese que você faz dessa proibição é correta. Quero apenas entender o que Deus tem em mente. É verdade que Ele falou para não comer de nenhuma árvore do jardim?" Dá para você perceber que o diabo é religioso. Ele não aparece batendo na porta de sua alma, dizendo: "Perdoe-me amigo, poderíamos conversar um pouquinho? Quero amaldiçoá-lo e dar um fim em você. Vim aqui arrasar-lhe, detonar a sua vida". Não, tudo o que quer é conversar sobre um ponto teológico. Ele demonstra grande interesse em interpretar a Palavra de Deus. Lembre-se, porém, que é possível entrar numa discussão teológica e se dar mal. Não é isso o que às vezes acontece? Podemos falar sobre Deus de forma abstrata, como se fosse uma fórmula matemática. Você pode inventar uma teologia que o leve a desobedecê-lo.
Você está convencido da graça de Deus e tem opiniões fortes e definidas sobre a liberdade cristã. Pode, com a maior desenvoltura, debater acerca do tema com qualquer pessoa. Sob a sua ótica teológica, você acha possível fazer tudo o que quiser, na hora que lhe convir, com quem escolher. Sem impedimentos, sem sentir-se envergonhado; você é livre e conhece a graça de Deus! As pessoas que transformam a liberdade em libertinagem o fazem com base teológica. "Mesmo que eu peque, a graça de Deus abunda. Vivo constantemente sob a graça de Deus. Assim, sempre que eu peco tenho a oportunidade de demonstrar o perdão divino. Não maravilhoso?"
Você tem completo domínio quando fala da soberania divina e ninguém consegue contraditá-lo, pois seus argumentos são muito fortes. Deus é soberano sobre o destino dos homens e nações. Seu domínio é visível sobre a história, mas não apenas isso; suas mãos traçam a história e controlam cada segundo da existência de cada ser humano. A soberania de Deus vem de tempos remotos quando você nem existia, por isso não lhe pesa qualquer responsabilidade. Em certo sentido, o mundo é um grande palco e todos os homens simples figurantes. Deus planeja tudo com detalhes requintados; planeja até as conversas pessoais. A jornada que seguimos não é nossa, são passos estabelecidos por Deus. Até mesmo os nossos pecados. Ele já sabe que você vai pecar. Como resultado dessa discussão, você encontra boas razões - ou razões que parecem boas - para desobedecê-lo. Tudo porque você discute teologia com a motivação errada. Uma das vantagens de se formar num seminário é que se pode arrumar uma série de motivos piedosos para continuar errando e, ainda assim, ser teológico na desobediência.
Outra coisa que Satanás faz, ao conversar sobre Deus no Éden, é prender a atenção de Eva àquela árvore singular plantada no meio do jardim. Seu ardil fica subentendido: "É inconcebível! Não consigo entender como Deus planta um pomar e n
As pessoas, muitas vezes, esquecem as coisas boas, as bênçãos derramadas sobre elas, e abandonam tudo por causa de um único ato que se constitui pecado diante de Deus. Não conseguem divisar a bondade divina. Satanás distorce a sua visão e, de repente, surge diante delas aquilo que apaixonadamente tanto almejam. Assim, farão qualquer coisa a fim de obtê-lo, tornando essa busca uma obsessão a ponto de esquecerem tudo o que Deus fez em seu favor. Como se vê, Satanás se apresenta disfarçado. Ele esconde a sua verdadeira identidade. Mantém em segredo o que está tramando.
A segunda parte da estratégia de Satanás é atacar a Palavra de Deus. Quando Eva lhe responde: "Podemos comer de todas as árvores do jardim, menos daquela plantada ali no meio; Deus não nos permitiu nem mesmo tocá-la, senão morreremos", o inimigo ergue a cabeça e, provavelmente sem conter a gargalhada, argumenta: "Você não está acreditando nisso, não é verdade? Você acha mesmo que vai morrer? Que é isso! Morrer por causa de uma mordida na fruta? Você não está sendo sincera comigo! Essa é uma forma exagerada de Deus chamar a sua atenção. Não é bem isso o que ele quis dizer. Morrer? Você está sendo elegante e educada com Deus, crendo que os colocaria para morar neste jardim, cheio de coisas boas, sem poderem nem mesmo comer uma fruta generosa que nasce numa árvore! Morrer? Você não está falando sério! Tenho certeza de que não é bem isso o que Deus quis afirmar".
Tal suposição maligna implica em acreditar na inerrância da Bíblia, exceto em questões particulares entre eu e Deus. Este é o pressuposto diabólico. Sob essa ótica, Satanás insinua a Eva outro significado à afirmação divina: "certamente morrerás".
Há milhares de anos Satanás repete a mesma estratégia. É o tema das novelas contemporâneas. O autor manipula a trama, levando os seus personagens a viverem em profunda desobediência a Deus, mas no último capítulo tudo termina bem. É o enredo dos filmes modernos, onde os atores se rebelam contra as leis morais divinas, mas vivem felizes para sempre! É a palavra do patrocinador do programa de tevê. Aparece em cores. É o anúncio de um perfume - há anos o melhor do mercado - chamado "My Sin" (Meu Pecado). Uma cafetina da Madison Avenue foi quem deu nome ao produto. "Aqui temos um perfume tão sedutor, tão charmoso e excitante - sussurra o anunciante - que podemos chamá-lo de "My Sin"". Você nem imagina como a fragrância do pecado tem um mau cheiro nas narinas de Deus.
Qual a sua reação diante das advertências sobre o pecado da desobediência que enchem as páginas das Escrituras? Estaria Deus falando sério, e querendo dizer exatamente isso, quando afirma que o salário do pecado é a morte? Seria este o significado, quando prescreve que quem semeia na carne, da carne colherá destruição? Estaria a Bíblia sendo verdadeira, ou querendo afirmar outra coisa, quando diz: "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará"? Estaria Deus dizendo a verdade, ou pretendendo outra interpretação, quando afirma que os ímpios serão exterminados? Estaria Ele propondo exatamente este significado, ao vaticinar que o Senhor julgará o seu povo? Será mesmo este o sentido, quando as Escrituras afirmam que Deus julgará os imorais e os adúlteros? Podemos acreditar de forma literal, quando declaram que o pecado tem que ser punido?
Deus leva o pecado a sério, porque se preocupa com você! Esta seriedade de Deus é porque o ama e por saber que o poder devastador do pecado pode arruinar os relacionamentos do crente, seu caráter e ministério. Como o pai que ama o filho está sempre atento para que este não brinque com fogo, não se queime, nem incendeie a casa, prevenindo-o das terríveis conseqüências para o resto de sua vida, assim Deus se preocupa conosco em relação ao pecado. Mas o que você sente a respeito disso? Você leva Deus a sério, quando o adverte das conseqüências funestas que o pecado pode acarretar sobre sua vida? Ou essas advertências têm para você outro significado?
Além de questionar a Palavra de Deus, Satanás tem como objetivo atacar o caráter de Deus que está por trás de sua Palavra. A serpente explica à mulher que Deus sabe que no dia em que ela e Adão comessem do fruto da árvore os seus olhos seriam abertos e se tornariam iguais a Deus, conhecendo o bem e o mal. Satanás difama a bondade de Deus, pois, na realidade, está afirmando: "Você sabia por que Deus deu esse mandamento? Ele quer estragar o seu prazer, segurando-a com rédeas curtas. Não quer que você seja livre e experimente a boa vida; está-lhe negando o direito ao divertimento. Ele quer que você esteja sempre por baixo, proibindo-a de experimentar tudo de bom que a vida oferece. Deus sabe que ao comer do fruto você será igual a ele, conhecendo o bem e o mal, e que terá acesso a experiências indizíveis, além do que se pode imaginar. Deus tem outros motivos, outros propósitos e são propósitos malignos".
Depois de o poço ser envenenado, toda a água fica contaminada. Uma das mais lindas declarações de amor e fé na Bíblia é a confissão de Rute a Noemi. A jovem mulher suplica à sogra: "Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu e, onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei sepultada". Eis aí uma belíssima expressão de total lealdade e devoção raramente encontrada em peças literárias.
Suponha que alguém sussurrasse a Noemi: "Preste atenção: Rute a está enganando. Ela está lhe manipulando. Na realidade, o que essa moabita deseja é entrar em Israel para casar-se com algum milion+rio judeu. Ela sabe que você é o seu passaporte e fará qualquer coisa por você para conseguir um visto de entrada em Israel". Se Noemi desse ouvidos a um absurdo desse a água ficaria envenenada. Ela passaria a suspeitar de toda palavra boa que Rute pronunciasse. Qualquer coisa que esta fizesse alimentaria a desconfiança de Noemi. Quando se envenena o poço, toda a água fica contaminada.
Se você questiona a Palavra de Deus e passa a duvidar da bondade divina, então Satanás conseguiu o seu intento. É fácil sucumbir. Todos, em algum tempo, servimos ao príncipe das trevas e vivemos sob o seu domínio. Quando adentramos ao reino do Filho de Deus, trouxemos nossas suspeitas e dúvidas. Se alguma coisa dolorida acontece conosco, perguntamos: por quê? Essa indagação é como uma espada apontada para o coração de Deus. Facilmente suspeitamos, quando algo errado nos surpreende. Deus está contra nós. Nossa vontade fica tão alterada que até quando coisas boas nos acontecem suspeitamos da bondade de Deus. Se algo maravilhoso nos ocorre - alguma coisa inesperada e agradável - somos tomados de alegre surpresa, mas logo após uma sombra passa sobre a nossa mente e aquela expectativa positiva nos é arrancada. A nossa impressão é que Deus não deseja que experimentemos essa expressão de sua bondade; mal começamos a usufruí-la, ele a afasta de nós como se fosse um pai sádico. Por isso damos cabeçadas. Sempre que duvidamos de sua bondade, desacreditamos a sua Palavra. Se cremos que Deus não deseja que participemos de uma vida plena de alegria, o diabo acaba de marcar mais um tento!
No exato momento em que Satanás lança a isca, no Éden, Eva cai na armadilha. Veja o resultado. "E, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu". Agora, o fruto proibido dá prazer aos olhos de Eva. Ela dá ouvidos às mentiras do tentador e os seus sentidos assumem o comando. Sempre que você afasta Deus de sua vida, ao questionar a sua Palavra e bondade, os seus sentidos passam então a viver para o que é maligno. O que antes estava fora de seus limites, torna-se o maior desejo de sua vida e você lutará com todas as forças para conseguir o seu intento, nem que para isso seja destruído.
"Uma mordida na fruta?", alguém pergunta. "Só por morder uma fruta? Você não me está querendo dizer que Eva pecou simplesmente porque comeu um pedaço de fruta do pomar. Você também não está afirmando ter sido isso que levou Adão a pecar, permitindo que o homicídio entrasse em sua família. Não está insinuando que uma simples mordida naquela fruta arrasou com toda a raça humana".
Não. Não foi por causa de uma fruta, mas pela desobediência à Palavra de Deus e por suspeitar do seu caráter. O fruto é um tema periférico; o pecado é o centro da questão. Sempre que você negar ou duvidar da bondade de Deus, nesse momento passa também a rejeitar a sua Palavra - o fruto é apenas o sinal da desobediência.
Se naquele dia Satanás tivesse abordado Eva, propondo: "Olha, assine este documento. Confirme que você está desistindo de Deus", ela nunca o teria assinado. O diabo jamais se aproxima de nós arrastando com ele a corrente com a qual nos quer prender; ao contrário, aparece com uma coroa reluzente, deixando no ar a possibilidade de alcançarmos a nobreza. Chega oferecendo-nos prazer, entusiasmo, dinheiro, popularidade, liberdade e alegria. De fato, nem mesmo insinua quanto as conseqüências; promete apenas ser-nos possível satisfazer todos os desejos de nossos corações. É assim que somos destruídos. Eis a lição: a tentação que nos destrói atinge em cheio o coração de Deus, a sua integridade e bondade. Sempre que negamos a bondade de Deus, rejeitamos a sua Palavra e, assim, passamos a correr perigo.
Ouçam-me! Não estou defendendo algum tipo rigoroso de religião. Cristianismo não é moralidade - algo para conformar-se e manter as regras. Cristianismo é relacionamento com Deus que nos amou e nos deu Jesus, o nosso Salvador; é Deus valorizando o homem, tornando-o seu filho. Os dons de Deus são bons e perfeitos e ele jamais lançará sobre você uma sombra de dúvida que o afaste de sua bondade. A essência do pecado é fazer com que duvidemos da bondade de Deus, rejeitando, conseqüentemente, a sua Palavra. O jardim é todo seu; um presente de Deus. Usufrua dele. Confie em Deus! post by: J@nio Ires
Gênesis 3.1-6
Haddon W. Robinson
Há alguns meses recebi uma carta enviada por um detento numa penitenciária do Texas, cumprindo pena de dez a vinte anos por tentativa de estupro. O autor, um homem crente, solicitava que eu lhe enviasse um livro não disponível na biblioteca da prisão. Atendi com alegria o pedido, mas fiquei profundamente perturbado, pois, afinal de contas, aquele jovem havia sido meu aluno no seminário.
Após concluir os estudos e ter-se destacado por seus notáveis dons e grande visão da obra, pastoreou duas igrejas, às quais, sob a ótica humana, foram transformadas em congregações bem-sucedidas. Na segunda, que eu conhecia muito bem, o jovem ministro demonstrou ser muito eficiente no uso do dom de evangelista. Muitas pessoas foram salvas e tornaram-se membros da igreja como fruto do seu trabalho. Ele estudava as Escrituras com muita dedicação. Aqueles irmãos atestavam o seu bom testemunho como pastor. Quando se levantava para pregar, todos sentiam a presença viva de Deus em suas palavras. Como excelente discipulador, deixou sua marca nos homens da congregação. Era tão respeitado, que, quando o crime veio à tona e admitiu a culpa, a igreja levantou mais de 20 mil dólares para as despesas advocatícias. Agora é um presidiário numa penitenciária do Texas. A tentação veio sobre ele como densas trevas, lançando-o no fundo do abismo. Acabou com sua reputação, destruiu o seu ministério e, pior, maculou o testemunho de Cristo em sua cidade.
Ao ler a carta e ficar sabendo do que acontecera àquele seminarista, comecei a lutar contra todo tipo de questionamentos e chorei sob forte emoção. O que acontece na vida de uma pessoa para cometer um pecado assim? O que passou pela mente daquele homem? O que o levou a abandonar tantas coisas boas que a vida lhe oferecera?
Percebi, ao fazer essas perguntas, que eu não estava apenas indagando sobre as razões daquele rapaz, mas sobre a minha própria vida. Eu questionava a vida de homens e mulheres que se formaram num seminário teológico e que, por algum ato de desobediência, arruinaram o ministério ao qual se entregaram de corpo e alma. O que leva uma pessoa a hipotecar o seu ministério para pagar o alto preço do pecado? O que nos seduz à perdição?
É a questão que todos enfrentamos. Você é um crente e a tentação acompanha-o de perto, espreitando os seus movimentos em busca da circunstância ideal para lhe dar uma rasteira. Pelo menos alguma vez na vida você deve ter-se perguntado: Como age o tentador? Como se aproxima de nós? Que artimanha usa para nos destruir? Aqui, no princípio de todas as coisas, encontramos um tema que surge e ressurge em toda a Bíblia: o pecado e o seu poder destruidor.
Gênesis 3 registra o episódio da tentação, um caso de estudo, já que este é um tema sempre atual. Quando você estuda um caso, não se preocupa com as variantes independentes e se apega apenas ao episódio. Eva, ao ser abordada pelo tentador, vivia num ambiente totalmente distinto deste em que vivemos; algumas coisas verdadeiras para com ela não o são para nós. Por exemplo, o sangue que corria em suas veias não estava contaminado. Não possuía, também, um passado sobre o qual pudesse jogar a culpa pelo pecado. Ela e Adão foram criados diretamente por Deus, que declarou a criação do gênero humano como algo muito bom. Diferentemente de certas pessoas hoje, Adão e Eva não foram amaldiçoados quando nasceram. E mais: nossos primeiros pais viviam num ambiente de plena perfeição. Nada os afastaria de Deus, pois a atmosfera que os cercava era pura. Eva foi criada no amanhecer da criação. Uma obra perfeita do Criador. Não herdara um passado pecaminoso, nem habitava num ambiente selvagem. Temos, portanto, um caso de estudo sobre a tentação.
Analisando a maneira como o tentador se aproxima de Eva, percebemos que a velha história registrada na Bíblia repete-se nas tentações que você enfrentou ontem à noite, que o assediam hoje de manhã, que o perseguem em seu escritório, em sua casa, no ministério, em sua vida. O cenário é outro, mas a metodologia não mudou. É a mesma.
Ao ler o relato bíblico uma coisa fica evidente: quando o tentador chega, vem sempre disfarçado. O escritor de Gênesis deixa claro que "a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito". É óbvio que, ao se aproximar, a serpente não aparece com cara de monstro. Esse fato ocorreu antes de ser amaldiçoada. Só depois de sofrer o juízo divino começou a rastejar sobre a terra. Satanás não se apresenta na forma de uma serpente "moderna", sacudindo o guizo para avisar do perigo iminente. Nada indica no texto que Eva tenha ficado alarmada.
Quando Satanás se aproxima de você, não vem na forma de uma serpente preparada para dar o bote ou rugindo como leão. Não vem alardeando com o barulho de uma sirene, nem tampouco acenando uma bandeira vermelha, sinal indicativo de perigo. Satanás simplesmente desliza-se sobre você. Aparece como se fosse uma companhia agradável, um grande amigo. Nada há em sua aparência que deixe você morrendo de medo. O Novo Testamento adverte que ele se apresenta como anjo de luz, servo de Deus e ministro da justiça. Uma coisa é certa: quando o inimigo ataca, aparece sempre com disfarces. É o que afirma Mefistófeles em Fausto: "As pessoas não sabem que o diabo está ali, mesmo que as esteja aprisionando pela garganta".
Não apenas se apresenta sob disfarce; Satanás disfarça, também, suas intenções. Ele não sussurra para Eva: "Vim aqui lhe tentar". Tudo o que deseja é conversar sobre religião. Quer bater um papo sobre teologia, e não pretende falar sobre pecado. Ele inicia o diálogo perguntando: "É verdade que Deus disse a você que não coma de todas as árvores do jardim?" Não há como contra-argumentar; o inimigo quer apenas um esclarecimento. "Veja, quero ter certeza de que a exegese que você faz dessa proibição é correta. Quero apenas entender o que Deus tem em mente. É verdade que Ele falou para não comer de nenhuma árvore do jardim?" Dá para você perceber que o diabo é religioso. Ele não aparece batendo na porta de sua alma, dizendo: "Perdoe-me amigo, poderíamos conversar um pouquinho? Quero amaldiçoá-lo e dar um fim em você. Vim aqui arrasar-lhe, detonar a sua vida". Não, tudo o que quer é conversar sobre um ponto teológico. Ele demonstra grande interesse em interpretar a Palavra de Deus. Lembre-se, porém, que é possível entrar numa discussão teológica e se dar mal. Não é isso o que às vezes acontece? Podemos falar sobre Deus de forma abstrata, como se fosse uma fórmula matemática. Você pode inventar uma teologia que o leve a desobedecê-lo.
Você está convencido da graça de Deus e tem opiniões fortes e definidas sobre a liberdade cristã. Pode, com a maior desenvoltura, debater acerca do tema com qualquer pessoa. Sob a sua ótica teológica, você acha possível fazer tudo o que quiser, na hora que lhe convir, com quem escolher. Sem impedimentos, sem sentir-se envergonhado; você é livre e conhece a graça de Deus! As pessoas que transformam a liberdade em libertinagem o fazem com base teológica. "Mesmo que eu peque, a graça de Deus abunda. Vivo constantemente sob a graça de Deus. Assim, sempre que eu peco tenho a oportunidade de demonstrar o perdão divino. Não maravilhoso?"
Você tem completo domínio quando fala da soberania divina e ninguém consegue contraditá-lo, pois seus argumentos são muito fortes. Deus é soberano sobre o destino dos homens e nações. Seu domínio é visível sobre a história, mas não apenas isso; suas mãos traçam a história e controlam cada segundo da existência de cada ser humano. A soberania de Deus vem de tempos remotos quando você nem existia, por isso não lhe pesa qualquer responsabilidade. Em certo sentido, o mundo é um grande palco e todos os homens simples figurantes. Deus planeja tudo com detalhes requintados; planeja até as conversas pessoais. A jornada que seguimos não é nossa, são passos estabelecidos por Deus. Até mesmo os nossos pecados. Ele já sabe que você vai pecar. Como resultado dessa discussão, você encontra boas razões - ou razões que parecem boas - para desobedecê-lo. Tudo porque você discute teologia com a motivação errada. Uma das vantagens de se formar num seminário é que se pode arrumar uma série de motivos piedosos para continuar errando e, ainda assim, ser teológico na desobediência.
Outra coisa que Satanás faz, ao conversar sobre Deus no Éden, é prender a atenção de Eva àquela árvore singular plantada no meio do jardim. Seu ardil fica subentendido: "É inconcebível! Não consigo entender como Deus planta um pomar e n
As pessoas, muitas vezes, esquecem as coisas boas, as bênçãos derramadas sobre elas, e abandonam tudo por causa de um único ato que se constitui pecado diante de Deus. Não conseguem divisar a bondade divina. Satanás distorce a sua visão e, de repente, surge diante delas aquilo que apaixonadamente tanto almejam. Assim, farão qualquer coisa a fim de obtê-lo, tornando essa busca uma obsessão a ponto de esquecerem tudo o que Deus fez em seu favor. Como se vê, Satanás se apresenta disfarçado. Ele esconde a sua verdadeira identidade. Mantém em segredo o que está tramando.
A segunda parte da estratégia de Satanás é atacar a Palavra de Deus. Quando Eva lhe responde: "Podemos comer de todas as árvores do jardim, menos daquela plantada ali no meio; Deus não nos permitiu nem mesmo tocá-la, senão morreremos", o inimigo ergue a cabeça e, provavelmente sem conter a gargalhada, argumenta: "Você não está acreditando nisso, não é verdade? Você acha mesmo que vai morrer? Que é isso! Morrer por causa de uma mordida na fruta? Você não está sendo sincera comigo! Essa é uma forma exagerada de Deus chamar a sua atenção. Não é bem isso o que ele quis dizer. Morrer? Você está sendo elegante e educada com Deus, crendo que os colocaria para morar neste jardim, cheio de coisas boas, sem poderem nem mesmo comer uma fruta generosa que nasce numa árvore! Morrer? Você não está falando sério! Tenho certeza de que não é bem isso o que Deus quis afirmar".
Tal suposição maligna implica em acreditar na inerrância da Bíblia, exceto em questões particulares entre eu e Deus. Este é o pressuposto diabólico. Sob essa ótica, Satanás insinua a Eva outro significado à afirmação divina: "certamente morrerás".
Há milhares de anos Satanás repete a mesma estratégia. É o tema das novelas contemporâneas. O autor manipula a trama, levando os seus personagens a viverem em profunda desobediência a Deus, mas no último capítulo tudo termina bem. É o enredo dos filmes modernos, onde os atores se rebelam contra as leis morais divinas, mas vivem felizes para sempre! É a palavra do patrocinador do programa de tevê. Aparece em cores. É o anúncio de um perfume - há anos o melhor do mercado - chamado "My Sin" (Meu Pecado). Uma cafetina da Madison Avenue foi quem deu nome ao produto. "Aqui temos um perfume tão sedutor, tão charmoso e excitante - sussurra o anunciante - que podemos chamá-lo de "My Sin"". Você nem imagina como a fragrância do pecado tem um mau cheiro nas narinas de Deus.
Qual a sua reação diante das advertências sobre o pecado da desobediência que enchem as páginas das Escrituras? Estaria Deus falando sério, e querendo dizer exatamente isso, quando afirma que o salário do pecado é a morte? Seria este o significado, quando prescreve que quem semeia na carne, da carne colherá destruição? Estaria a Bíblia sendo verdadeira, ou querendo afirmar outra coisa, quando diz: "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará"? Estaria Deus dizendo a verdade, ou pretendendo outra interpretação, quando afirma que os ímpios serão exterminados? Estaria Ele propondo exatamente este significado, ao vaticinar que o Senhor julgará o seu povo? Será mesmo este o sentido, quando as Escrituras afirmam que Deus julgará os imorais e os adúlteros? Podemos acreditar de forma literal, quando declaram que o pecado tem que ser punido?
Deus leva o pecado a sério, porque se preocupa com você! Esta seriedade de Deus é porque o ama e por saber que o poder devastador do pecado pode arruinar os relacionamentos do crente, seu caráter e ministério. Como o pai que ama o filho está sempre atento para que este não brinque com fogo, não se queime, nem incendeie a casa, prevenindo-o das terríveis conseqüências para o resto de sua vida, assim Deus se preocupa conosco em relação ao pecado. Mas o que você sente a respeito disso? Você leva Deus a sério, quando o adverte das conseqüências funestas que o pecado pode acarretar sobre sua vida? Ou essas advertências têm para você outro significado?
Além de questionar a Palavra de Deus, Satanás tem como objetivo atacar o caráter de Deus que está por trás de sua Palavra. A serpente explica à mulher que Deus sabe que no dia em que ela e Adão comessem do fruto da árvore os seus olhos seriam abertos e se tornariam iguais a Deus, conhecendo o bem e o mal. Satanás difama a bondade de Deus, pois, na realidade, está afirmando: "Você sabia por que Deus deu esse mandamento? Ele quer estragar o seu prazer, segurando-a com rédeas curtas. Não quer que você seja livre e experimente a boa vida; está-lhe negando o direito ao divertimento. Ele quer que você esteja sempre por baixo, proibindo-a de experimentar tudo de bom que a vida oferece. Deus sabe que ao comer do fruto você será igual a ele, conhecendo o bem e o mal, e que terá acesso a experiências indizíveis, além do que se pode imaginar. Deus tem outros motivos, outros propósitos e são propósitos malignos".
Depois de o poço ser envenenado, toda a água fica contaminada. Uma das mais lindas declarações de amor e fé na Bíblia é a confissão de Rute a Noemi. A jovem mulher suplica à sogra: "Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu e, onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei sepultada". Eis aí uma belíssima expressão de total lealdade e devoção raramente encontrada em peças literárias.
Suponha que alguém sussurrasse a Noemi: "Preste atenção: Rute a está enganando. Ela está lhe manipulando. Na realidade, o que essa moabita deseja é entrar em Israel para casar-se com algum milion+rio judeu. Ela sabe que você é o seu passaporte e fará qualquer coisa por você para conseguir um visto de entrada em Israel". Se Noemi desse ouvidos a um absurdo desse a água ficaria envenenada. Ela passaria a suspeitar de toda palavra boa que Rute pronunciasse. Qualquer coisa que esta fizesse alimentaria a desconfiança de Noemi. Quando se envenena o poço, toda a água fica contaminada.
Se você questiona a Palavra de Deus e passa a duvidar da bondade divina, então Satanás conseguiu o seu intento. É fácil sucumbir. Todos, em algum tempo, servimos ao príncipe das trevas e vivemos sob o seu domínio. Quando adentramos ao reino do Filho de Deus, trouxemos nossas suspeitas e dúvidas. Se alguma coisa dolorida acontece conosco, perguntamos: por quê? Essa indagação é como uma espada apontada para o coração de Deus. Facilmente suspeitamos, quando algo errado nos surpreende. Deus está contra nós. Nossa vontade fica tão alterada que até quando coisas boas nos acontecem suspeitamos da bondade de Deus. Se algo maravilhoso nos ocorre - alguma coisa inesperada e agradável - somos tomados de alegre surpresa, mas logo após uma sombra passa sobre a nossa mente e aquela expectativa positiva nos é arrancada. A nossa impressão é que Deus não deseja que experimentemos essa expressão de sua bondade; mal começamos a usufruí-la, ele a afasta de nós como se fosse um pai sádico. Por isso damos cabeçadas. Sempre que duvidamos de sua bondade, desacreditamos a sua Palavra. Se cremos que Deus não deseja que participemos de uma vida plena de alegria, o diabo acaba de marcar mais um tento!
No exato momento em que Satanás lança a isca, no Éden, Eva cai na armadilha. Veja o resultado. "E, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu". Agora, o fruto proibido dá prazer aos olhos de Eva. Ela dá ouvidos às mentiras do tentador e os seus sentidos assumem o comando. Sempre que você afasta Deus de sua vida, ao questionar a sua Palavra e bondade, os seus sentidos passam então a viver para o que é maligno. O que antes estava fora de seus limites, torna-se o maior desejo de sua vida e você lutará com todas as forças para conseguir o seu intento, nem que para isso seja destruído.
"Uma mordida na fruta?", alguém pergunta. "Só por morder uma fruta? Você não me está querendo dizer que Eva pecou simplesmente porque comeu um pedaço de fruta do pomar. Você também não está afirmando ter sido isso que levou Adão a pecar, permitindo que o homicídio entrasse em sua família. Não está insinuando que uma simples mordida naquela fruta arrasou com toda a raça humana".
Não. Não foi por causa de uma fruta, mas pela desobediência à Palavra de Deus e por suspeitar do seu caráter. O fruto é um tema periférico; o pecado é o centro da questão. Sempre que você negar ou duvidar da bondade de Deus, nesse momento passa também a rejeitar a sua Palavra - o fruto é apenas o sinal da desobediência.
Se naquele dia Satanás tivesse abordado Eva, propondo: "Olha, assine este documento. Confirme que você está desistindo de Deus", ela nunca o teria assinado. O diabo jamais se aproxima de nós arrastando com ele a corrente com a qual nos quer prender; ao contrário, aparece com uma coroa reluzente, deixando no ar a possibilidade de alcançarmos a nobreza. Chega oferecendo-nos prazer, entusiasmo, dinheiro, popularidade, liberdade e alegria. De fato, nem mesmo insinua quanto as conseqüências; promete apenas ser-nos possível satisfazer todos os desejos de nossos corações. É assim que somos destruídos. Eis a lição: a tentação que nos destrói atinge em cheio o coração de Deus, a sua integridade e bondade. Sempre que negamos a bondade de Deus, rejeitamos a sua Palavra e, assim, passamos a correr perigo.
Ouçam-me! Não estou defendendo algum tipo rigoroso de religião. Cristianismo não é moralidade - algo para conformar-se e manter as regras. Cristianismo é relacionamento com Deus que nos amou e nos deu Jesus, o nosso Salvador; é Deus valorizando o homem, tornando-o seu filho. Os dons de Deus são bons e perfeitos e ele jamais lançará sobre você uma sombra de dúvida que o afaste de sua bondade. A essência do pecado é fazer com que duvidemos da bondade de Deus, rejeitando, conseqüentemente, a sua Palavra. O jardim é todo seu; um presente de Deus. Usufrua dele. Confie em Deus! post by: J@nio Ires
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Celibato
Celibato
Texto: Mt 19. 10-12
10-Disseram-lhe os discípulos: Se essa é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.
11-Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber este conceito, mas só àqueles a quem é concedido.
12-Pois há eunucos que nasceram assim, outros foram feitos eunucos pelos homens. E há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Quem puder aceitar isto, aceite-o.
Vocabulário:
Eunuco- O sentido primário é oficial da corte, uma pessoa de confiança que geralmente era empregada pelos governadores orientais como oficiais da casa; no hebraico se percebe um sentido secundário, a saber, castrado (que tem o seu órgão sexual amputado).
Jesus em Mt 19 usa o 2º sentido da palavra, sendo que há o castrado fisicamente (impossibilitado sexualmente) e o castrado espiritualmente (ou seja, que se abstém sexualmente).
Celibato- O estado de uma pessoa que se mantém solteira.
Introdução:
Amados, nas aulas anteriores falamos a respeito do casamento. Aprendemos que a família é uma instituição divina e que a vontade de Deus é que o homem não esteja só.
Surge então a seguinte questão: Se a família foi instituída por Deus, e a vontade de Deus é que o homem não esteja só, quando o cristão não casa ele está pecando? O celibato é ou não errado?
Durante a aula de hoje trataremos do assunto celibato e então daremos condições para que os irmãos respondam as questões acima descritas.
I)A Bíblia fala sobre o celibato
Quando falamos celibato, nossa tendência é lembrar dos padres e freiras, entretanto o celibato não está relacionado com nenhuma doutrina católica. Como vimos no vocabulário, trata-se do estado daquele que decide se manter solteiro, logo, o celibato bíblico não pode ser imposto.
Encontramos no Novo Testamento alguns textos que falam sobre o celibato. Os mais conhecidos são: Mt 19. 10-12; I Co 7. 1,2,7-9,25-40; I Tm 4. 1-3 .
Entendemos pelo ensino da Bíblia que o celibato é uma questão pessoal e não deve jamais ser obrigatório, como por exemplo, no catolicismo romano. Na Igreja Católica o celibato é obrigatório ao sacerdócio, ferindo os princípios bíblicos e caindo na advertência de I Tm 4.3 . Ao contrário, podemos notar que os discípulos eram casados (com exceção de Paulo e Barnabé) Mt 8.14; Mc 1.30; Lc 4.38; I Co 9.5, além do que, a família bem ajustada é um dos requisitos para a separação de obreiros I Tm 3.
O celibato é uma exceção e não regra que deve ser exercido somente pelo que possui este dom.
Passaremos a analisar a questão segundo a Palavra de Deus e descobriremos detalhes nos textos que irão nos explicar sobre o assunto.
II)O Celibato em Mt 19. 10-12 como dom de Deus
Podemos descobrir coisas importantes neste texto...
Primeiramente devemos analisar o contexto.A ênfase é sobre o divórcio. Os fariseus perguntaram ao Senhor se era certo abandonar a mulher por qualquer motivo; veja bem, por qualquer motivo! (v.3)
Jesus deixa claro que não!(vs.4-6) Surge então uma nova pergunta a respeito agora da carta de divórcio (v.7). O Senhor então explica que não era este o propósito do Senhor e que isso acontecia devido à dureza do coração dos homens e que o divórcio somente poderia ser aceito em caso de adultério (vs.8 e 9).
Na verdade os fariseus eram duros de coração e queriam abandonar suas esposas quando bem entendessem; quando, porém, o Senhor colocou um limite, até mesmo os discípulos afirmaram que então era melhor não casar (v.10), foi neste ponto que Jesus entrou no assunto do celibato em resposta à dureza dos seus discípulos.
O Senhor afirma que permanecer solteiro é somente para quem recebeu de Deus este dom.
Em outras palavras é exceção e não regra! Permanecer solteiro sem ter este dom, significar estar destinado a uma vida de frustrações e correr o risco de cair em pecados na área sexual tais como a masturbação e fornicação.
Permanecer solteiro tendo a consciência de que o faz para o Senhor tendo dele recebido este dom, significa uma vida sem de frustrações ou qualquer outro problema na área sexual.
No versículo 12, Jesus usa a figura do eunuco para ilustrar o ensino de que o homem não deve fugir da responsabilidade do casamento, pois ficar solteiro é apenas para alguns (minoria)! Vejamos:
Há eunucos que nasceram eunucos, ou seja, com algum problema genético ou congênito que o impede de ter uma vida conjugal normal. Eunucos por motivo de doença.
Há eunucos que os homens fizeram eunucos, ou seja, foram castrados para servirem de escravos.
Há eunucos que se fizeram eunucos, ou seja, optaram não casar para dedicar-se ao Senhor. Neste caso houve um propósito.
Resumindo:
O celibato segundo a Palavra de Deus é opção pessoal e somente para aquele que recebeu este dom do Senhor.
III)O celibato segundo I Tm 4.3(a) não deve ser imposto
O conceito encontrado neste texto é bem claro e resumido:
O casamento não deve ser proibido!
A proibição do casamento e de todas as bênçãos decorrentes da união conjugal não deve ser imposta e ensinada, tal doutrina provém do Diabo! Leia dos versículos 1 ao 5.
Podemos sintetizar desta forma:
IV) O celibato em I Co 7. 1,2,7-9,25-40 possui vantagens em tempos difíceis
O texto de I Co 7 é o mais extenso de todos. Neste texto Paulo trata de vários pontos, tais como: Casamento, relacionamento sexual, abstinência sexual e celibato.
Para que entendamos bem o texto, primeiramente é necessário saber que Paulo estava respondendo a perguntas que lhe fizeram.
O fato de aconselhar a não casar (v.1) se deve a uma questão que lhe foi perguntada. Descobrimos qual é o problema nos versículos 26 e 28. Paulo deu este conselho baseado na situação de extrema angustia que a igreja estava vivendo com muitas perseguições e mortes, obviamente para o casado seria pior, pois se preocuparia com a família enquanto que o solteiro se preocuparia apenas consigo. O apóstolo diz que apesar de ser melhor estar solteiro, face à situação, nem todos tinham este dom (v.7-9). O conselho é estendido também aos viúvos.
Nos versículos de 25 a 40, podemos perceber algumas vantagens do solteiro e também do viúvo que decide não casar, tais como uma dedicação exclusiva ao Senhor, isso não quer absolutamente dizer que os casados também não possuem vantagens, no entanto, estas vantagens dos solteiros com relação aos casados são colocadas devido à situação e ao conselho que foi dado pelo apóstolo.
Devido às lutas extremas, os casados sofreriam angústia na carne (v.28) e os solteiros não.
Os casados teriam mais preocupações além das que já sofriam devido às circunstâncias; pois além das lutas precisavam cuidar da esposa. Já os solteiros dedicavam-se apenas ao Senhor (32-34). Paulo, contudo não queria persuadi-los ensinando uma posição inflexível, mais apenas poupar os irmãos de maiores problemas e facilitar o serviço deles para o Senhor (v.35). Tanto isto é verdade que em I Tm 5.14, por exemplo, ele aconselha as viúvas a casarem. O contexto daquela igreja era outro. Ver também Rm 7. 2e3.
Em suma:
Em algumas situações; ser solteiro poderá apresentar algumas vantagens.
V)Conclusão:
Aprendemos hoje algumas coisas importantes a respeito deste assunto. Vimos sobre o celibato que:
1º)É uma questão pessoal;
2º)É para quem o recebeu como dom de Deus;
3º)Não pode ser ensinado como regra ou imposto; a regra é casar;
4º)Em algumas situações poderá ser vantajoso
5º)Estar solteiro para dedicar-se exclusivamente ao Senhor é aceitável e também possui a sua beleza, portanto, para quem possui o dom e decidiu assim servir ao Senhor, não é errado permanecer solteiro.
Texto: Mt 19. 10-12
10-Disseram-lhe os discípulos: Se essa é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.
11-Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber este conceito, mas só àqueles a quem é concedido.
12-Pois há eunucos que nasceram assim, outros foram feitos eunucos pelos homens. E há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Quem puder aceitar isto, aceite-o.
Vocabulário:
Eunuco- O sentido primário é oficial da corte, uma pessoa de confiança que geralmente era empregada pelos governadores orientais como oficiais da casa; no hebraico se percebe um sentido secundário, a saber, castrado (que tem o seu órgão sexual amputado).
Jesus em Mt 19 usa o 2º sentido da palavra, sendo que há o castrado fisicamente (impossibilitado sexualmente) e o castrado espiritualmente (ou seja, que se abstém sexualmente).
Celibato- O estado de uma pessoa que se mantém solteira.
Introdução:
Amados, nas aulas anteriores falamos a respeito do casamento. Aprendemos que a família é uma instituição divina e que a vontade de Deus é que o homem não esteja só.
Surge então a seguinte questão: Se a família foi instituída por Deus, e a vontade de Deus é que o homem não esteja só, quando o cristão não casa ele está pecando? O celibato é ou não errado?
Durante a aula de hoje trataremos do assunto celibato e então daremos condições para que os irmãos respondam as questões acima descritas.
I)A Bíblia fala sobre o celibato
Quando falamos celibato, nossa tendência é lembrar dos padres e freiras, entretanto o celibato não está relacionado com nenhuma doutrina católica. Como vimos no vocabulário, trata-se do estado daquele que decide se manter solteiro, logo, o celibato bíblico não pode ser imposto.
Encontramos no Novo Testamento alguns textos que falam sobre o celibato. Os mais conhecidos são: Mt 19. 10-12; I Co 7. 1,2,7-9,25-40; I Tm 4. 1-3 .
Entendemos pelo ensino da Bíblia que o celibato é uma questão pessoal e não deve jamais ser obrigatório, como por exemplo, no catolicismo romano. Na Igreja Católica o celibato é obrigatório ao sacerdócio, ferindo os princípios bíblicos e caindo na advertência de I Tm 4.3 . Ao contrário, podemos notar que os discípulos eram casados (com exceção de Paulo e Barnabé) Mt 8.14; Mc 1.30; Lc 4.38; I Co 9.5, além do que, a família bem ajustada é um dos requisitos para a separação de obreiros I Tm 3.
O celibato é uma exceção e não regra que deve ser exercido somente pelo que possui este dom.
Passaremos a analisar a questão segundo a Palavra de Deus e descobriremos detalhes nos textos que irão nos explicar sobre o assunto.
II)O Celibato em Mt 19. 10-12 como dom de Deus
Podemos descobrir coisas importantes neste texto...
Primeiramente devemos analisar o contexto.A ênfase é sobre o divórcio. Os fariseus perguntaram ao Senhor se era certo abandonar a mulher por qualquer motivo; veja bem, por qualquer motivo! (v.3)
Jesus deixa claro que não!(vs.4-6) Surge então uma nova pergunta a respeito agora da carta de divórcio (v.7). O Senhor então explica que não era este o propósito do Senhor e que isso acontecia devido à dureza do coração dos homens e que o divórcio somente poderia ser aceito em caso de adultério (vs.8 e 9).
Na verdade os fariseus eram duros de coração e queriam abandonar suas esposas quando bem entendessem; quando, porém, o Senhor colocou um limite, até mesmo os discípulos afirmaram que então era melhor não casar (v.10), foi neste ponto que Jesus entrou no assunto do celibato em resposta à dureza dos seus discípulos.
O Senhor afirma que permanecer solteiro é somente para quem recebeu de Deus este dom.
Em outras palavras é exceção e não regra! Permanecer solteiro sem ter este dom, significar estar destinado a uma vida de frustrações e correr o risco de cair em pecados na área sexual tais como a masturbação e fornicação.
Permanecer solteiro tendo a consciência de que o faz para o Senhor tendo dele recebido este dom, significa uma vida sem de frustrações ou qualquer outro problema na área sexual.
No versículo 12, Jesus usa a figura do eunuco para ilustrar o ensino de que o homem não deve fugir da responsabilidade do casamento, pois ficar solteiro é apenas para alguns (minoria)! Vejamos:
Há eunucos que nasceram eunucos, ou seja, com algum problema genético ou congênito que o impede de ter uma vida conjugal normal. Eunucos por motivo de doença.
Há eunucos que os homens fizeram eunucos, ou seja, foram castrados para servirem de escravos.
Há eunucos que se fizeram eunucos, ou seja, optaram não casar para dedicar-se ao Senhor. Neste caso houve um propósito.
Resumindo:
O celibato segundo a Palavra de Deus é opção pessoal e somente para aquele que recebeu este dom do Senhor.
III)O celibato segundo I Tm 4.3(a) não deve ser imposto
O conceito encontrado neste texto é bem claro e resumido:
O casamento não deve ser proibido!
A proibição do casamento e de todas as bênçãos decorrentes da união conjugal não deve ser imposta e ensinada, tal doutrina provém do Diabo! Leia dos versículos 1 ao 5.
Podemos sintetizar desta forma:
IV) O celibato em I Co 7. 1,2,7-9,25-40 possui vantagens em tempos difíceis
O texto de I Co 7 é o mais extenso de todos. Neste texto Paulo trata de vários pontos, tais como: Casamento, relacionamento sexual, abstinência sexual e celibato.
Para que entendamos bem o texto, primeiramente é necessário saber que Paulo estava respondendo a perguntas que lhe fizeram.
O fato de aconselhar a não casar (v.1) se deve a uma questão que lhe foi perguntada. Descobrimos qual é o problema nos versículos 26 e 28. Paulo deu este conselho baseado na situação de extrema angustia que a igreja estava vivendo com muitas perseguições e mortes, obviamente para o casado seria pior, pois se preocuparia com a família enquanto que o solteiro se preocuparia apenas consigo. O apóstolo diz que apesar de ser melhor estar solteiro, face à situação, nem todos tinham este dom (v.7-9). O conselho é estendido também aos viúvos.
Nos versículos de 25 a 40, podemos perceber algumas vantagens do solteiro e também do viúvo que decide não casar, tais como uma dedicação exclusiva ao Senhor, isso não quer absolutamente dizer que os casados também não possuem vantagens, no entanto, estas vantagens dos solteiros com relação aos casados são colocadas devido à situação e ao conselho que foi dado pelo apóstolo.
Devido às lutas extremas, os casados sofreriam angústia na carne (v.28) e os solteiros não.
Os casados teriam mais preocupações além das que já sofriam devido às circunstâncias; pois além das lutas precisavam cuidar da esposa. Já os solteiros dedicavam-se apenas ao Senhor (32-34). Paulo, contudo não queria persuadi-los ensinando uma posição inflexível, mais apenas poupar os irmãos de maiores problemas e facilitar o serviço deles para o Senhor (v.35). Tanto isto é verdade que em I Tm 5.14, por exemplo, ele aconselha as viúvas a casarem. O contexto daquela igreja era outro. Ver também Rm 7. 2e3.
Em suma:
Em algumas situações; ser solteiro poderá apresentar algumas vantagens.
V)Conclusão:
Aprendemos hoje algumas coisas importantes a respeito deste assunto. Vimos sobre o celibato que:
1º)É uma questão pessoal;
2º)É para quem o recebeu como dom de Deus;
3º)Não pode ser ensinado como regra ou imposto; a regra é casar;
4º)Em algumas situações poderá ser vantajoso
5º)Estar solteiro para dedicar-se exclusivamente ao Senhor é aceitável e também possui a sua beleza, portanto, para quem possui o dom e decidiu assim servir ao Senhor, não é errado permanecer solteiro.
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